A Importância de Aceitar um Mestre Espiritual

-11 (artigo - Sucessão Discipular e Mestre Espiritual) SI A Importância do Guru (2653) (dia 12, guru purnima) (ta)Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada

Parte de estabelecer relacionamentos espirituais é nos permitirmos a companhia dos devotos que são avançados em amor a Deus. Esses devotos frequentemente servem como gurus, e um aspirante a devoto é encorajado a aceitar iniciação espiritual da parte de tal pessoa. Mestres espirituais treinam e guiam discípulos em relação a como reviverem seu relacionamento ativo com Deus e ajudam os discípulos durante tempos difíceis. Na preleção a seguir, realizada em Bombaim, Índia, em novembro de 1974, Srila Prabhupada explica quem é um guru e por que precisamos de um.

No Srimad-Bhagavatam, lemos: “O poderosíssimo sábio Maitreya era amigo de Vyasadeva. Encorajado pela indagação de Vidura sobre o conhecimento transcendental e agradado com a mesma, Maitreya falou como segue”.

Eis o processo para obtermos conhecimento transcendental: aproximarmo-nos da pessoa correta, o guru, e escutarmo-lo submissamente. Tad viddhi pranipatena pariprasnena sevaya. Apesar de o processo ser muito fácil, a pessoa tem que conhecer o processo e segui-lo. Por exemplo, suponha que sua máquina de escrever não esteja funcionando. Você, então, tem que ir à pessoa apropriada – alguém que saiba como consertá-la. Ele imediatamente apertará um parafuso ou ajustará alguma outra coisa para que funcione. Se você, no entanto, buscar por um vendedor de legumes a fim de que ele conserte sua máquina, isso não será bom. Ele desconhece o processo. Ele talvez saiba como vender legumes, mas isso não importa. Ele não sabe como consertar uma máquina de escrever.

A injunção védica, portanto, é tad-vijnanartham sa gurum evabhigacchet. Se você quer aprender o conhecimento transcendental (tad-vijnana), você tem que se aproximar de um guru. Na verdade, a vida humana se destina a compreendermos o conhecimento transcendental, não o conhecimento material. Todo conhecimento material pertence ao corpo. Um médico talvez tenha muitíssimo conhecimento do arranjo mecânico do corpo, mas ele não tem nenhum conhecimento referente à alma espiritual, em consequência do que ele não pode auxiliar você a alcançar a meta de sua vida.

O corpo é uma máquina feita pela natureza (yantrarudhani mayaya). Para aqueles que são deveras apegados a essa máquina, o sistema de yoga meditativo é recomendado. Nesse sistema, o indivíduo aprende um pouco de ginástica e como concentrar a mente de modo que, por fim, a mente possa centrar-se no Senhor Vishnu. O verdadeiro propósito é compreender Vishnu, o Senhor Supremo. O sistema de yoga, por conseguinte, é um arranjo mais ou menos mecânico. Contudo, o sistema de bhakti está acima desse arranjo mecânico, daí bhakti começar pela busca por tad-vijnana, o conhecimento espiritual.

Se você quer compreender o conhecimento espiritual, você tem que buscar um guru. Um significado da palavra guru é “pesado”: o guru é aquele que “pesa” com conhecimento. E que conhecimento é esse? Isso é explicado na Kathopanisad: srotriyam brahma-nistham. Srotriyam é “aquele que recebeu conhecimento ouvindo os Vedas, o sruti”, e brahma-nistham indica aquele que conhece pela experiência direta o Brahman, ou mesmo o Para-brahman, Bhagavan, a Suprema Personalidade de Deus. Essa é a qualificação do guru.

Devem-se ouvir aqueles que estão na linha de sucessão preceptoral, ou sucessão discipular. Como o Senhor Krishna diz no Bhagavad-gita, evam parampara-praptam. Se alguém deseja o conhecimento transcendental padrão, não conhecimento que está na moda, ele deve recebê-lo a partir do sistema parampara, a sucessão discipular. Outro significado da palavra srotriyam mencionada acima é “aquele que ouviu de um guru na sucessão discipular”. E o resultado dessa audição será brahma-nistham, “estar firmemente fixo no serviço à Suprema Personalidade de Deus”. Ele não tem outro afazer. Essas são as duas principais qualificações de um guru fidedigno. Ele não precisa ser muitíssimo erudito, com mestrado ou doutorado. Não. Ele simplesmente precisa ter ouvido a partir da autoridade na sucessão discipular e estar fixo em serviço devocional. Esse é o nosso sistema.

No verso em discussão, vemos que Vidura estava ouvindo Maitreya Rishi, e que Maitreya estava muito agradado (viduram pritah). A menos que você agrade seu guru muito bem, você não poderá obter o conhecimento correto. Isso é natural. Se você recebe seu guru apropriadamente, lhe dá um ótimo lugar para que ele se assente confortavelmente e ele está satisfeito com sua conduta, ele falará muito franca e livremente, o que beneficiará você. Esse é o caso de Vidura e Maitreya: Maitreya Rishi estava muitíssimo satisfeito com Vidura, daí Maitreya ter-lhe compartilhado instruções.

O Senhor Krishna recomenda o mesmo procedimento no Bhagavad-gita, tad viddhi pranipatena pariprasnena sevaya: “O indivíduo deve oferecer reverências ao guru, apresentar-lhe indagações e servi-lo”. Se você simplesmente se aproxima do mestre espiritual e faz perguntas em uma postura de desafio, porém não aceita suas instruções e não presta serviço, você está desperdiçando seu tempo. A palavra utilizada aqui é pranipatena, “oferecer reverências sem reservas”. A recepção de conhecimento transcendental, portanto, baseia-se nesse pranipata. Eis por que Krishna diz posteriormente, sarva-dharman parityajya mam ekam saranam vraja: “Abandona tudo mais e simplesmente rende-te a Mim”. Assim como temos que nos render a Krishna, temos que nos render ao representante de Krishna, o mestre espiritual.

O guru é o representante externo de Krishna. O guru interno é o próprio Krishna (isvarah sarva-bhutanam hrd-dese ’rjuna tisthati). Não é o caso que Krishna está apenas em Goloka Vrindavana, o mundo espiritual. Ele está em toda parte, dentro de todo átomo e dentro do coração de todos (goloka eva nivasaty akhilatma-bhutah). A manifestação de Krishna no coração é Paramatma, ou a Superalma. Eu sou um atma, uma alma individual; você é um atma. Estamos ambos situados localmente: você está situado dentro do seu corpo, e eu estou situado dentro do meu corpo. Paramatma, em contraste, está situado em todo lugar. Essa é a diferença entre atma e Paramatma. Algumas pessoas acreditam inexistir diferença entre o atma e o Paramatma, mas há diferença. São unos no sentido de que ambos são entidades vivas, mas são diferentes uma vez que Paramatma é onipenetrante, e o atma é localizado. Krishna confirma isso no Bhagavad-gita, ksetra-jnam capi mam viddhi sarva-ksetresu bharata: “Além da alma individual em cada corpo, também estou presente como a Superalma”. A palavra ksetra-jna significa “o conhecedor do ksetra, ou corpo”. Eu, portanto, sou o conhecedor ou ocupante do meu corpo. O corpo é tal qual uma casa, com um inquilino e um senhorio. O inquilino pode ocupar a casa, mas o senhorio é o proprietário. Similarmente, nós atmas somos simplesmente inquilinos do nosso corpo; não somos o proprietário. O proprietário é Paramatma. E quando o proprietário diz: “Saia desta casa, saia deste corpo”, você tem que deixar seu corpo. Isso se chama morte. Isso é o conhecimento védico.

Então, quem é indagador em relação à meta última da vida tem que buscar um guru apropriado. Um homem comum interessado nos confortos corpóreos da vida não necessita de um guru. Hoje em dia, no entanto, o guru é tido como alguém que se destina a dar um remédio corpóreo. As pessoas se aproximarão de um uma pessoa supostamente santa e solicitarão: “Mahatmaji, estou sofrendo de tal doença”. “Sim, tenho um mantra que curará sua pessoa”. Esse tipo de guru é aceito – para curar alguma doença ou trazer riquezas. Não. O Senhor Krishna diz no Bhagavad-gita:

tad viddhi pranipatena
pariprasnena sevaya
upadeksyanti te jnanam
jnaninas tattva-darsinah

Deve-se buscar um guru para se aprender sobre tattva, a Verdade Absoluta, e não para obter algum benefício material. Não se deve buscar por um guru de modo a curar alguma doença material. Para isso, existe o médico. Por que você deveria buscar um guru com esse fim? O guru é aquele que conhece as escrituras védicas e que pode nos ensinar a compreender Krishna.

É claro que não podemos compreender Krishna por completo. Isso não é possível. Não temos semelhante capacidade, porque Krishna é muito grandioso e nós somos muito limitados. Krishna é tão grandioso que nem mesmo Ele é capaz de Se compreender. Ele não sabe por que é tão atrativo. Em razão disso, a fim de compreender o que O torna tão atrativo, Ele veio como o Senhor Chaitanya, adotando as emoções extáticas de Srimati Radharani. Portanto, entender Krishna por completo é impossível, mas, se tentarmos compreendê-lO até onde permita a nossa capacidade, essa é a nossa perfeição. É por isso que Krishna diz:

janma karma ca me divyam
evam yo vetti tattvatah
tyaktva deham punar janma
naiti mam eti so ’rjuna

“Aquele que conhece a natureza transcendental do Meu advento e de Minhas atividades não renasce neste mundo material ao deixar o corpo, senão que alcança Minha morada eterna, ó Arjuna”.

Se pensarmos que Krishna é um ser humano como nós, somos mudhas, tolos e sujeitos sem caráter. Estaremos equivocados caso pensemos: “Uma vez que meu corpo é feito de elementos materiais, o corpo de Krishna também é feito de elementos materiais”. No Bhagavad-gita, Krishna diz que a energia material pertence a Ele: daivi hy esa gunamayi mama maya. Este mundo material é de Krishna. Não podemos dizer mama maya: “Esta energia material é minha”. Não. Estamos sob o controle da natureza material. Porém, Krishna é o controlador da natureza material: mayadhyaksena prakrtih suyate sa-caracaram. Essa é a diferença entre Krishna e nós. Entendermos que esta natureza material funciona sob a direção de Krishna é verdadeiro conhecimento.

Não é possível compreender em detalhes como tudo funciona, mas podemos entender o resumo – janmady asya yatah: “Tudo emana da Suprema Verdade Absoluta, Krishna”. Essa quantia de conhecimento é o bastante. Você, então, pode ampliar seu conhecimento – como a energia material funciona sob a direção de Krishna, como as energias de Krishna interagem e assim por diante. Isso é conhecimento avançado. Porém, se nós simplesmente compreendermos a declaração de Krishna no Bhagavad-gita mayadhyaksena prakrtih suyate sa-caracaram: “Esta energia material está funcionando sob Minha direção” – isso é conhecimento perfeito.

Os cientistas modernos pensam que a matéria está funcionando independentemente, que tudo evolui devido à evolução química. Não. A evolução química não pode produzir a vida. A vida vem da vida. Como Krishna diz no Bhagavad-gita, aham sarvasya prabhavo mattah sarvam pravartate: “Tudo emana de Mim”. Essa é a resposta para os cientistas. E o Vedanta-sutra confirma, athato brahma jijnasa, janmady asya yatah: “Agora, deve-se indagar acerca do Brahman Supremo, que é aquele a partir de quem tudo emana”. O Brahman Supremo é Krishna.

O mundo inteiro é uma combinação de duas coisas: jada e cetana, matéria insensível e entidades vivas. Ambas veem de Krishna. Como Ele diz no Bhagavad-gita:

apareyam itas tv anyam
prakrtim viddhi me param
jéva-bhutam maha-baho
yayedam dharyate jagat

“Além da energia material inferior, há Minha energia espiritual superior, que consiste nas entidades vivas que estão explorando a natureza material”. Por que a energia espiritual é superior? Porque as entidades vivas estão utilizando a natureza material. Por exemplo, nós entidades vivas avançadas, seres humanos, criamos a civilização moderna utilizando a matéria. Essa é a nossa prioridade. Deste modo, temos que obter tattva-jnana, entendimento da Verdade Absoluta.

O Vedanta-sutra confirma que a vida humana objetiva compreender a Verdade Absoluta: athato brahma jijnasa. E a explicação do Vedanta-sutra é o Srimad-Bhagavatam. O Vedanta-sutra afirma que a Verdade Absoluta é janmady asya, aquilo a partir do que, ou a partir de quem, tudo emana. Agora, qual é a natureza dessa fonte? Essa questão é respondida no Srimad-Bhagavatam: janmady asya yatah anvayad itaratas ca arthesu abhijnah. Essa fonte é abhijnah, cônscia. A matéria, em contrapartida, não é cônscia, e a fonte tem que ser viva. Por conseguinte, a teoria científica moderna de que a vida vem da matéria é errônea. A vida vem da vida. E o Srimad-Bhagavatam continua, tene brahma hrda ya adi-kavaye: “Ele compartilhou o conhecimento védico com o senhor Brahma”. Então, a menos que o sujeito seja uma entidade viva, como ele pode compartilhar conhecimento?

O Bhagavatam é a explicação natural do Vedanta-sutra por parte do mesmo autor, Srila Vyasadeva. Neste verso sob discussão, é dito que Vidura era dvaipayana-sakha, “um amigo de Dvaipayana”. Dvaipayana é outro nome de Vyasadeva. Vyasadeva compilou o Vedanta-sutra, após o que o explicou no Srimad-Bhagavatam (artho ’yam brahma-sutranam). Se lermos alguns comentários artificiais sobre o Vedanta-sutra, compreenderemos errado. Em geral, os mayavadis [impersonalistas] destacam o comentário de Shankaracharya, chamado Shariraka-bhasya. Esse comentário, no entanto, é artificial. O comentário natural é por parte do próprio autor, Srila Vyasadeva.

Segundo o nosso sistema védico, o acharya tem que compreender o Vedanta-sutra e explicá-lo. Ele, então, será aceito como acharya. Em razão disso, ambos os principais sampradayas [comunidades espirituais] – o sampradaya mayavadi e o sampradaya vaishnava, explicaram o Vedanta-sutra. De outro modo, não teriam sido reconhecidas como autoridades. Sem compreender o Vedanta-sutra, ninguém pode compreender o que é o Brahman, a Verdade Absoluta. Similarmente, aqui se afirma que Vidura compreendeu o conhecimento transcendental (anviksikyam) com Maitreya. Quem é Maitreya? Dvaipayana-sakha, o amigo de Vyasadeva. Um amigo conhece o outro amigo – qual é a sua posição, qual é o seu conhecimento. Maitreya ser amigo de Vyasadeva significa que ele sabe o que Vyasadeva sabe.

Temos, por conseguinte, que nos aproximar de um mestre espiritual que esteja na sucessão discipular de Vyasadeva. Muitas pessoas alegam: “Ah, também estamos seguindo Vyasadeva”. Esse “seguir”, entretanto, não pode ser superficial. A pessoa tem que de fato seguir Vyasadeva. Por exemplo, Vyasadeva aceitou Krishna como a Suprema Personalidade de Deus. Isso é declarado no Bhagavad-gita, na seção onde Arjuna diz a Krishna, param brahma param dhama pavitram paramam bhavan: “Ó Krishna, és Para-brahman, a Pessoa Suprema”. Alguém talvez diga que foi porque Arjuna era amigo de Krishna que ele O aceitou como o Supremo. Não. Arjuna apresenta evidências: “Vyasadeva também Te aceita como o Senhor Supremo”. Similarmente, Vyasadeva começa o Srimad-Bhagavatam, seu comentário ao Vedanta-sutra, dizendo om namo bhagavate vasudevaya: “Ofereço minhas reverências a Vasudeva, Krishna, a Suprema Personalidade de Deus”.

Então, se estamos de fato interessados em entender o conhecimento espiritual, temos que nos aproximar de um acharya, e acharya é aquele que segue Vyasadeva. No verso em discussão, Maitreya, o amigo de Vyasadeva, é o acharya. Ele é tão elevado que foi descrito como bhagavan. Em geral, a palavra bhagavan indica Krishna, a Suprema Personalidade de Deus (krishnas tu bhagavan svayam). Algumas vezes, contudo, outras poderosas personalidades, tais como o senhor Brahma, o senhor Shiva, Narada, Vyasadeva ou Maitreya, também são tratadas por bhagavan. Conquanto o verdadeiro bhagavan seja Krishna, tais personalidades são por vezes chamadas de bhagavan visto que obtiveram tanto conhecimento sobre Krishna quanto possível. Não é possível ter cem por cento de conhecimento de Krishna. Ninguém consegue tal feito – nem mesmo Brahma e Shiva. Todavia, aqueles que seguem inteiramente as instruções de Krishna também são chamados algumas vezes de bhagavan. Esse bhagavan, porém, não é um bhagavan artificial. Um verdadeiro bhagavan tem que saber o que Krishna ensina e seguir Suas instruções.

Aqui, portanto, se diz que viduram prita, “Vidura satisfez Maitreya”. A conversa deles não foi mero “bate-papo” entre amigos. Não. Vidura estava ávido por receber conhecimento transcendental, e Maitreya ficou satisfeito com ele. Como alguém pode agradar o mestre espiritual? Isso nós mencionamos anteriormente: pranipatena pariprasnena sevaya. Você pode agradar o guru simplesmente se rendendo a ele, apresenta-lhe perguntas e prestando-lhe serviço: “Respeitável senhor, sou seu servo mais obediente. Por favor, aceite-me e me instrua”.

Então, este é o processo para se aproximar de um guru. Você tem que demonstrar muito interesse e apresentar perguntas, mas sem desafiar o mestre espiritual. É dito que jijnasuh sreya uttamam: você deve se aproximar do mestre espiritual de sorte a compreender a ciência espiritual. Você não deve tentar derrotá-lo. Não se deve dizer: “Sei mais do que você. Conversemos”. Não. Essa não é a maneira apropriada de se aproximar de um guru. Você tem que encontrar um guru a quem você possa se render (pranipatena). Se você não pode se render ao guru, não desperdice seu tempo e o dele. Antes de tudo, renda-se ao guru fidedigno. Esse é o processo para compreender o conhecimento espiritual.

Muito obrigado. Hare Krishna.

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