Princípios da Economia Védica

13 (artigo - finanças) I Princípios da Economia Védica (3009) (sankirtana) (bg) (ta)Sri Nandanandana Dasa

O sistema econômico de hoje é um meio para manter você sob controle, preocupado com as contas que você tem que pagar. Limita sua habilidade de escolher entre vários estilos de vida ou maneiras alternativas de fazer as coisas. O sistema védico, entretanto, tinha por finalidade deixá-lo livre para trabalhar para suas necessidades básicas enquanto, ao mesmo tempo, tinha tempo e energia para atingir seus potenciais superiores mediante a contemplação. Conhecer um sistema econômico libertador como o sistema védico é um dos primeiros passos para entendermos nossa posição atual e buscarmos uma mudança.

Depois de sua formação educacional no sistema védico, o indivíduo deve ser parte efetiva de todo o sistema econômico da sociedade. Era primariamente uma economia local, baseada em vilas. No entanto, a visão superior e o primeiro princípio da compreensão védica é também que devemos ver tudo como energia do Ser Supremo. Se podemos ver o Divino em toda a vida, isto é, em todos os seres, podemos entender que há uma maneira de conduzir os negócios entre as várias partes que sustém e aprimora nossa percepção disso. Conduzir os negócios ou administrar questões econômicas de modo que deliberadamente enganamos ou exploramos os outros endurecerá nosso coração e nossa sensibilidade e seremos sempre incapazes de perceber o Divino em todos os seres vivos ou até em nós mesmos. Se vemos o outro apenas como mais um objeto a ser explorado para o nosso próprio benefício, semelhantes atitude negativa e consciência baixa apenas se refletirão de volta sobre nós como um câncer terrível aguardando para nos infectar com uma merecida solidão psicológica. E se isso se difunde pela sociedade, as armadilhas nos ameaçam por toda parte.

O ponto é que é preciso haver integridade em todas as transações e relações de negócios. Se usarmos o princípio acima apresentado, então, por ver o Divino em todos os seres vivos, podemos compreender que não estamos meramente fazendo negócios com outra pessoa, mas que estamos nos relacionando com o Divino dentro daquela pessoa. Isso significa que o Supremo também está observando todo ato nosso não apenas de dentro de nós, mas também de dentro da pessoa com quem estamos lidando. Se no relacionamento há integridade, então está tudo certo. Continuaremos em nosso desenvolvimento espiritual mesmo enquanto fazemos negócios. Contudo, se houver desonestidade e enganação em nosso envolvimento, os lucros rápidos que teremos pavimentarão uma estrada que nos conduzirá para baixo. Isso não será de boa ajuda. Nós, então, temos que nos conduzir, mesmo nos negócios, sobre a fundação dos princípios dármicos.

Nos dias atuais, vemos facilmente que companhias com poder podem produzir vários alimentos, drogas, bebidas ou aparelhos divulgados como de grande benefício para nós, bons para nossa saúde ou como soluções para nossos problemas sem efeitos colaterais ou problemas inesperados. Contudo, frequentemente tomamos conhecimento de diferentes tipos de produtos apresentados enfaticamente ao público que têm efeitos colaterais nocivos, o que gera grande tristeza, sofrimento e frustração nas pessoas. A companhia ou mesmo o nosso governo pode negar qualquer possibilidade de dano. Não obstante, devemos ter sempre em mente que algo apresentado como fato por uma entidade ou companhia cujo propósito é poder, controle ou lucro é um discurso mentiroso. Isso deve ser evitado em uma sociedade genuinamente védica.

Por exemplo, no mundo contemporâneo, o uso de papel-moeda (que apenas representa um valor em vez de ser algo tangível, como moedas de ouro ou prata) pode ser conveniente ao usuário, mas aqueles na posição de estabelecer o valor de tal dinheiro podem também mais facilmente manipulá-lo. Isso cria abstrações na conexão entre a representação de papel e o verdadeiro ouro que ele supostamente representa. Em outros momentos, a confiança combinada que o povo e os governantes colocam no dinheiro em circulação pode flutuar imensamente, tornando-o especialmente vulnerável em tempos de revoltas políticas ou guerras. Esse dinheiro, então, pode se tornar completamente sem valor.

A natureza flutuante desse tipo de dinheiro também ajuda a separar a sociedade da natureza. A natureza necessita de equilíbrio no ambiente para operar de maneira apropriada, enquanto o papel que apenas representa o que tem valor tangível é mais facilmente falsificável e nos afasta desse equilíbrio. São os ajustes no valor do dinheiro-fantasia e os valores de juros que frequentemente criam flutuações estressantes para os consumidores comuns e para a massa de pessoas em geral. As pessoas mais envolvidas nessas flutuações são aquelas com menos probabilidade de avançarem economicamente como aqueles que estão em posição de lucrar a partir dos mesmos ajustes ou manipulações nos mercados e na economia. Essa é a diferença entre quem está envolvido no jogo do monopólio global, que é artificialmente sustentado, e quem depende do valor real, como o padrão do ouro ou valores estatais reais e genuínos.

Deste modo, a falta de verdadeiro dinheiro em padrão de ouro se baseia em falsidade, pois o dinheiro não representa com precisão a reserva de ouro, ou é desconectado de qualquer padrão e se torna papel-moeda irresgatável, que é dinheiro falso. Porque o valor do dinheiro sofre inflação, os preços dos bens sobem. A única maneira de reduzir a inflação e ter um dinheiro honesto é usar o que tem valor intrínseco, como quando se troca algo de igual valor em escambo ou uso de dinheiro verdadeiro, como moedas de ouro e prata. Esse é um sistema honesto.

A verdadeira prosperidade viceja com as dádivas naturais, ou dádivas presenteadas por Deus. Vilas e cidades e sua economia local florescerão quando houver plenitude de grãos, legumes, verduras, ervas, árvores cheias de frutas, rios fluindo com água fresca e límpida, e colinas cheias de minerais. Quando essa for a situação, haverá plenitude para todos. Se a sociedade tem recursos naturais o bastante dessa maneira, por que deveria se esforçar por imensos complexos industriais que exigem a labuta de numerosos homens enviando-os para fábricas escuras onde passam sua vida trabalhando em troca de dólares de promessas falsas – dinheiro esse cuja uma grande porção têm que devolver pagando impostos governamentais?

A indústria produz muitíssimos produtos que têm demanda apenas por causa da propaganda que eles veiculam de modo a convencer as pessoas de que precisam comprar o produto para serem felizes. Em essência, quanto mais a sociedade depende de necessidades artificiais, mais vulnerável ela fica a uma crise artificial. Assim, a civilização sofre e a economia desaquece quando quer que haja medo do estado econômico ou quando não há petróleo, gasolina e eletricidade ou quando os preços de tais bens modernos ficam muito altos. Quando falta petróleo, gasolina e outras necessidades similares, ou quando há um “apagão”, muitíssimas atividades têm que parar. Contudo, essas são apenas condições recentes, dos últimos 100 anos aproximadamente. Não são vulnerabilidades naturais. Além disso, muitíssimas máquinas e muitíssimos dispositivos nada são além de invenções recentes, mas agora nos tornamos tão dependentes dos mesmos que, sem eles, pensamos que somos inoperantes. Assim, as pessoas ficam ainda mais fortemente presas na peleja por ganhar mais dinheiro para comprar mais coisas que elas acreditam convictamente serem necessárias para que vivam com felicidade e conforto. Deste modo, ficam atadas e escravizadas a um sistema cuja meta é o lucro em vez de realmente beneficiar a sociedade ou viver em uma economia equilibrada e salutar. Em tal sistema, a humanidade perde sua sensibilidade por seu desenvolvimento intelectual mais refinado e não tem tempo ou interesse por qualquer busca espiritual, exceto possivelmente pelos níveis mais elementares de padrões morais.

O sistema econômico de hoje é um meio para manter você sob controle, preocupado com as contas que você tem que pagar. Esse é um velho sistema para sufocar a habilidade das pessoas de fazerem escolhas por vezes contra o que está atualmente estabelecido, políticas ou o que quer que seja. Limita sua habilidade de escolher entre vários estilos de vida ou maneiras alternativas de fazer as coisas. Limita seu campo de possibilidades. Por quê? Para forçar você a se confinar em um sistema no qual você trabalha para ter o dólar todo-poderoso que paga pelas necessidades básicas da vida. E é frequente você ser forçado a fazer isso trabalhando para o lucro de outros em qualquer negócio ou indústria que contrate você. E mesmo se você for o seu próprio patrão ou um profissional como um médico ou advogado, você terá de ser licenciado e trabalhar dentro do sistema sob o temor de ter sua licença cassada se você não cooperar ou não agir como eles esperam. Em outras palavras, o tempo que você tem para pensar em estilos de vida alternativos, níveis superiores de pensamento filosófico, formas alternativas de governo ou práticas espirituais é bastante limitado quando você tem que garantir que você tenha o dinheiro necessário para pagar por tudo o que você precisa para existir. Essas necessidades podem incluir dinheiro para o pagamento de sua hipoteca ou aluguel, sua conta de telefone e internet, sua comida, seus impostos, as prestações do carro e outras propriedades, seguro de saúde, educação e cuidados gerais dos filhos, licença comercial e conta de luz de modo que, depois de um longo e árduo dia de trabalho, você possa, quando queira simplesmente ir para casa descansar, fazer isso com algum entretenimento prazeroso ou mesmo descerebrado em sua televisão. Isso pode ampliar em muito a quantia de dinheiro que você precisa ganhar apenas para viver.

Então, ligando-se à mídia, como a televisão, isso se torna o gatilho em sua mente para o tipo de desejos materiais que você deseja realizar. O que você vê na televisão e em outras formas de mídia se torna o motivador de sua preocupação pelos padrões e desejos do que frequentemente são necessidades e quereres desnecessários porém experimentados como algo que, se ausente, impossibilitará nosso viver. Você, então, fica psicologicamente preso no sistema econômico moderno, trabalhando sobretudo para o lucro de outros, enquanto obtém algumas coisinhas que fazem você sentir que está conquistando algo. Sim, senhor, você está preso por toda a sua vida nessa armadilha, sem o tempo ou os meios necessários para mudar sua participação no sistema. De qualquer modo, é assim que funciona para a maior parte das pessoas no mundo atual. Isso se chama classe média, ou classe consumidora. A classe mais pobre, por sua vez, não é capaz nem mesmo do que foi descrito agora.

Para muitíssimas pessoas, uma vez que obtêm um trabalho que permita que paguem suas contas e mantenham um aparente equilíbrio na vida, estão em uma situação de que não querem mudar. Temem mudanças. Querem garantir que possam continuar com o que têm e não perder nada. É o caminho da dita segurança, o qual conduz à estagnação em vez de o acesso ao próprio potencial mais elevado. Isso conduz ao repetitivo padrão do que poderíamos chamar de “perder a vida tentando ganhar a vida”. Eis a natureza do sistema econômico atual para a maior parte das pessoas.

Nesse tipo de sistema econômico, as pessoas recebem poucas oportunidades para algo além de pelejarem para sobreviver. É por isso que muitas pessoas têm que ter dois ou três empregos simplesmente para conseguir o básico, sob o medo de que, a menos que consigam dinheiro para fazer todos os pagamentos necessários, possam perder sua casa ou apartamento ou carro ou outra coisa. Há uma abundância de estresse e ansiedade nesse tipo de estilo de vida, e algumas pessoas começam a agir de maneiras desesperadas, o que leva a um aumento na criminalidade. Isso também mantém as pessoas distantes de seu potencial espiritual, e a sociedade, então, torna-se mais ímpia e caótica, desencaminhada por líderes que ou não sabem o que estão fazendo ou que propositadamente mantêm as pessoas sob seu domínio. Esse não é o propósito da existência humana.

O ponto, como previamente mencionado, é que quanto mais dependente você se torna de necessidades artificiais, mais vulnerável você fica a crises artificiais, que é a base do que temos hoje. Apresentemos um exemplo para esclarecer a superioridade do sistema utilizado por muito tempo no passado em que não havia papel-moeda, muito menos irresgatável. Como funciona na atualidade, o papel-moeda que não se baseia em nada verdadeiramente tangível é falsamente fortalecido até que isso não seja mais possível, como o esquema da pirâmide, e, então, a mídia faz todos pensarem que tudo entrará em colapso sem mais centralização, mais auxílios públicos a bancos e mais contribuições financeiras de países participantes para manter tudo desimpedido, com base nos impostos que são forçados sobre os cidadãos para pagar essas dívidas e esses auxílios públicos. Isso é real? Não. É tudo falso. E isto é tudo o que fracassará: o que é falso, o que é forjado. Tudo mais continuará. Contudo, esse é o sistema que mantém você escravo de suas escolhas limitadas, e escravo da elite, aqueles que, muito acima das classes médias, parecem tomar as decisões. Enquanto o sistema atual não entre de fato em colapso ou mude, e possamos colocar outra coisa em seu lugar, permanecemos escravos daqueles que mantêm o sistema em andamento.

O sistema védico, entretanto, tinha por finalidade libertar as pessoas deste repetitivo ciclo de trabalho para poucas recompensas e necessidades em verdade desnecessárias. Destinava-se a deixá-lo livre para trabalhar para suas necessidades básicas enquanto, ao mesmo tempo, tinha tempo e energia para atingir seus potenciais superiores mediante a contemplação e indagação e desenvolvimento espiritual, sem ser forçado a trabalhar para o lucro de outrem.

Na forma natural de economia, que é o propósito do sistema védico, o princípio básico de desenvolvimento econômico é a terra e sua produção. Quem quer que controle a terra controla a comida. Quem quer que controle a comida e o combustível controla o mundo. Eis porque a terra deve sempre estar nas mãos dos fazendeiros locais, a fim de que tudo seja compartilhado e todas as pessoas possam prosperar. Uma vez que grandes conjuntos industriais ou nacionais se assenhoram disso, grandes terras não mais estão nas mãos da economia local, senão que são controladas por grandes companhias que têm seus próprios interesses globalistas e planos para seus procedimentos próprios. A terra, então, se torna outro elemento para manipulação de lucros, recursos, pessoas e até mesmo comunidades e mercados globais. A História também mostra que tais companhias frequentemente têm conexão com políticos desonestos ou com suas redes que querem mais e mais poder.

Não obstante, por desenvolver a terra apropriadamente para a produção de legumes, verduras e grãos, a sociedade pode solucionar seus problemas alimentares. Por produzir algodão, madeira, minerais e outros recursos o bastante a partir da terra, a humanidade pode findar seus problemas econômicos sem depender de uma economia ou sistema político artificiais.

Aqueles que de fato ficam ricos por meios honestos podem mais facilmente reconhecer sua opulência como presente de Deus. Assim, seus negócios, se feitos moralmente, podem ser uma maneira de invocar o princípio de dharma. Tais dádivas ou bênçãos também vêm na forma da própria inteligência e inocência para desenvolver ideias saudáveis e produtos necessários para o benefício dos outros, a partir do que os negócios se expandirão. Desta forma, sem as bênçãos de Deus sob todos os aspectos, não podemos progredir ou sermos felizes. Todas as coisas – como riqueza, saúde, bom nascimento, beleza, boa educação etc. – são exemplos de dádivas de Deus. Por conseguinte, todos nós temos que ser gratos, especialmente aqueles de nós que se tornaram mais bem-sucedidos. Quando uma família ou sociedade oferece tal reconhecimento, seu sucesso e sua felicidade podem crescer de uma maneira equilibrada e moral.

Em conclusão a esta linha de pensamento, temos que reconhecer que uma das maiores formas de poluição neste mundo é a competição – competição por posição, poder e dinheiro. É natural trabalhar no desenvolvimento de melhores maneiras de fazer negócios e criar produtos mais efetivos. Quem quer que tenha o que é melhor tem mais chances de ser bem-sucedido. Todavia, competições baseadas em inveja, ciúmes e desvios, ou simplesmente para produzir mais dinheiro, fazem os indivíduos e as companhias recorrerem a meios desonrosos para ir em frente, para conseguir mais espaço no mercado, mais consumidores e maneiras de tornar os produtos mais baratos. Isso também contribui para o estresse social, forçando as pessoas a pensarem cada vez mais em termos de mais lucro e mais renda e em reduzir despesas de toda forma possível. Isso diminui a paz no mundo e frequentemente amplia a poluição no meio ambiente devido ao uso de recursos de maneiras menos ecológicas.

Porque nos esquecemos de nossa verdadeira natureza espiritual, nossa identidade real, estamos estressados e chorando por problemas pequenos e sem importância que pouca conexão têm com quem realmente somos, que, em verdade, têm pouca relevância para nossa natureza espiritual. Contudo, porque somos muitíssimo apegados à nossa identidade temporária e corpórea, somos muitíssimo afetados por esses problemas efêmeros e superficiais. Não é assim que nos cabe proceder ao longo da vida. Não devemos nos emaranhar de tal maneira nesta ilusão. Isso desperdiça nosso tempo e desvia nossa atenção do que é absolutamente importante.

Podemos ter feito muitíssimo progresso tecnológico e termos adicionado numerosas coisas que propiciam maior conforto para nossa vida. Malgrado isso, ainda podemos ver muitíssimas pessoas sofrendo neste mundo. Isso se deve sobretudo ao fato de o dinheiro, e as pessoas gananciosas, governarem o mundo. Nem todos são cruéis, mas quem não é capaz de enxergar como a miséria de muitas pessoas neste mundo é causada pela ganância de outros? Os políticos corruptos em vários países criaram tanta perturbação que quase todos os tormentos dos sujeitos que são pobres, que passam fome, que foram mortos ou torturados como prisioneiros políticos ou que foram escravizados na prostituição estão em tais situações devido ao egoísmo sem fim e à avidez igualmente ilimitada por dinheiro e poder. Você acha que esse é o caminho para um mundo realmente progressivo? Podemos ver claramente que está se tornando cada vez mais ímpio e, portanto, mais infernal. Se essa tendência persistir, a sociedade perderá seus valores morais e seu respeito pela vida. As pessoas se tornarão cada vez mais desesperadas, e o mundo, cada vez mais perdido.

Uma nova influência tem que surgir para purificar este mundo da soberania do dinheiro, dos políticos baixos e de um sistema econômico falso e desorientador. É preciso que sintamos a influência do conhecimento material, pois somente então a sociedade saberá o que é verdadeira paz e verdadeira felicidade e poderá viver junta e cooperativamente. É o conhecimento de nossa identidade espiritual e a vivência desse conhecimento em nossa conexão com o Espírito Supremo que encherá nosso coração com a profunda paz interior e com o contentamento que estamos buscando. Se podemos progredir dessa maneira, nossa felicidade e nossa paz podem se espalhar para outros. Eis como podemos nos tornar pacificadores e ajudar a encher a sociedade com a tranquilidade de tal felicidade autossuficiente. Nossa única preocupação, então, será como livrar outros do sofrimento. Quanto mais pessoas alcancem este estado de consciência, mais a sociedade será bela, e o mundo será magnífico. Esse era o propósito do sistema védico. Se adotado, a tendência a guerras e à manipulação de outros por causa de avidez por dinheiro e poder cessarão, e o mundo viverá em paz. Temos que ser fortes o bastante para fazer essa mudança e aplicarmos os princípios do dharma védico para criar uma sociedade equilibrada e espiritualmente elevada.

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