Só se Vive uma Vez?

-18 (artigo - Karma e Reencarnação) SI Só se Vive uma Vez (3136) (sankirtana) (ta)Jayadvaita Swami

O caso histórico de uma menininha da Bengala Ocidental sugere que ela se lembrava de uma vida que vivera anteriormente.

Quando Sukla Gupta tinha um ano e meio de idade e mal era capaz de falar, costumava ninar um travesseiro ou um pedaço de madeira em seus braços e tratá-lo por “Minu”. Minu, ela dizia, era sua filha.

E se você acreditar na história que Sukla contou gradualmente ao longo dos próximos três anos, Minu era de fato sua filha – mas em uma vida passada.

Sukla, a filha de um trabalhador da estrada de ferro de Kampa, uma vila na Bengala Ocidental, Índia, foi uma dessas raras crianças cujos testemunhos e comportamento fornecem evidência para a teoria de que a personalidade sobrevive à morte do corpo e transmigra para viver em um novo corpo. Trata-se da teoria da reencarnação.

Para cerca de quinhentos milhões de pessoas no mundo, a reencarnação é mais do que uma teoria – trata-se de um fato, um dado, parte de seu entendimento cotidiano. É o que aprenderam de suas escrituras e o que gerações de seus antepassados acreditaram por milhares de anos.

Além dos orientais, filósofos ocidentais, pelo menos desde Platão, julgaram razoável acreditar que nossa alma viveu antes em outros corpos, outras vidas, e viverá novamente em outros.

Se vivemos outras vidas, você poderia perguntar por que não nos lembramos delas. A memória, no entanto, é algo traiçoeiro. Temos sorte se podemos nos lembrar de onde colocamos as chaves do nosso carro. Então, se vidas passadas é algo fatual, não devemos ter como surpreendente não podermos nos lembrar delas.

Todavia, parece que ao menos alguns de nós são capazes de se lembrar.

Sukla não apenas falou sobre sua filha, Minu, mas também sobre seu esposo, “o pai de Minu” (uma boa esposa hindu evita falar o nome do seu esposo). Ela também falou sobre seus irmãos mais novos, Khetu e Karuna. Todos eles viviam, ela disse, em Rathtala, em Bhatpara.

A família de Sukla, os Guptas, conheciam Bhatpara um pouco – era uma cidade a aproximadamente dezoito quilômetros ao Sul –, mas jamais haviam ouvido falar de um lugar chamado Rathtala, nem das pessoas a que Sukla se referia pelo nome. Contudo, Sukla desenvolveu o desejo de ir lá e, ela insistiu que se seus pais não a levassem, ela iria sozinha.

O que você faz quando sua filha começa a falar dessa maneira? Sri K. N. Sen Gupta, o pai de Sukla, conversou sobre o assunto com alguns amigos. Ele também mencionou isso a um de seus colegas de trabalho, Sri S. C. Pal, um assistente de chefe de estação. Sri Pal vivia próximo a Bhatpara e tinha dois primos lá. Através desses primos, descobriu que Bhatpara tinha de fato um distrito de nome Rathtala. Também ficou sabendo de um homem lá chamado Khetu. Khetu tivera uma cunhada chamada Mana, que morrera muitos anos atrás, em 1948, deixando órfã uma filha, a qual tinha o nome de Minu.

Sri Sen Gupta Decide Investigar a Fundo

A história de Sukla é uma de quase duas mil nos arquivos do Dr. Ian Stevenson, professor de psiquiatria na Universidade da Virgínia. Ao longo das últimas duas décadas, Dr. Stevenson reuniu relatos de pessoas de várias partes do mundo que forneciam evidências sugerindo que se lembravam de suas vidas passadas. Cerca de mil e trezentos desses casos Dr. Stevenson investigou pessoalmente, incluindo o caso de Sukla. (Entre os livros de Dr. Stevenson, estão Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação, no qual aparece o caso de Sukla, e a obra de múltiplos volumes Cases of the Reincarnation Type. Ambos são publicações da Universidade da Virgínia)

Quando alguém parece ter memórias reais de uma vida pretérita, Dr. Stevenson entrevista a pessoa em si, aqueles ao redor dela e, se possível, as pessoas da vida aparentemente recordada, procurando por uma maneira mais ordinária ou normal para explicar tudo. Ele também busca por fraudes, observando se as histórias têm brechas e descrições conflitantes e incertas. Algumas vezes, no entanto, como no caso de Sukla, explicações normais simplesmente não parecem caber.

Depois que Sri Sen Gupta soube da família em Rathtala, decidiu consentir o desejo de Sukla de ir lá. Com a permissão daquela família, programou uma visita. Sukla disse que ela poderia mostrar o caminho para a casa.

Então, em 1959, quando Sukla tinha um pouco mais de cinco anos, Sri Sen Gupta e outros cinco membros de sua família viajaram com ela para Bhatpara. Quando chegaram, Sukla colocou-se à frente deles. Evitando vários caminhos errados, levou-os diretamente à casa de Sri Amritalal Chakravarty, supostamente seu sogro em sua vida passada.

Conforme o grupo se aproximava da casa, aconteceu de Sri Chakravarty estar na rua. Quando Sukla o viu, ela abaixou a cabeça timidamente, seguindo o costume próprio para uma mulher jovem na presença de um parente mais velho do sexo masculino.

Porém, quando Sukla entrou na casa, revelou-se confusa. Ela parecia não saber corretamente a entrada. Sua confusão, no entanto, fazia sentido: depois da morte de Mana, a mulher cuja vida Sukla parecia se lembrar, a entrada fora mudada da rua principal para um beco ao lado.

Uma vez no interior da casa, o grupo viu que Sukla não apenas reconheceu a casa, mas também as pessoas ali, incluindo aquelas que dissera serem sua sogra, sua cunhada, seu esposo e sua filha.

Fraude? Quando uma estrela de Hollywood diz se lembrar de sua vida passada como a rainha da Pérsia, essa é provavelmente a resposta. Contudo, aqui estamos lidando com uma menininha moradora de uma pequena vila. Ela começa a falar sobre uma vida passada tão logo tem idade o bastante para falar. Ela sabe todo tipo de coisas sobre pessoas com quem nem ela nem sua família jamais se encontraram. Meticulosos investigadores não encontram nenhuma evidência de fraude e nenhuma explicação convencional para defender que a menina aprendera o que ela sabia. E o comportamento dela de fato se encaixa com a história de sua vida anterior.

Dentro da casa de Amritalal Chakravarty, Sukla deu consigo em uma sala com cerca de vinte ou trinta pessoas. Contudo, quando lhe foi solicitado que apontasse seu esposo, ela indicou corretamente Sri Haridhana Chakravarty. Seguindo a apropriada etiqueta hindu, ela o identificou como o “pai de Minu”.

Sukla e Haridhana Chakravarty se reencontrariam várias vezes, e Sukla sempre ansiava por esses encontros. Quando ele estava para visitar sua casa, Sukla disse à sua família que lhe servissem uma refeição com pitu e buli. Ela disse que era a comida favorita dele. Sua família fez o que ela disse e, posteriormente, descobriram que ela havia acertado na escolha.

Sukla comportava-se em relação a Haridhana Chakravarty como uma perfeita esposa hindu. Depois que ele havia comido sua refeição, ela comia tudo o que sobrava no prato dele, como uma devotada esposa hindu faria, apesar de ela nunca ter comido sobras do prato de nenhuma outra pessoa.

Para tentar dar uma explicação convencional para esse tipo de comportamento, algumas vezes se fala do que é conhecido tecnicamente como criptomnésia, “memória oculta”.

Os psicólogos sabem que nossa mente registra mais do que nos lembramos conscientemente. Sob hipnose, um homem idoso pode descrever vividamente sua quinta festa de aniversário, um evento para o qual sua consciência normal perdeu todos os detalhes. Ou pode recordar exatamente o que leu em um livro há muito esquecido, lido há cerca de trinta anos.

A hipótese da criptomnésia supõe que o que parece ser memória de uma vida passada é mera memória de algo que o sujeito ouviu ou leu e se esqueceu conscientemente.

Isso de fato pode ser a melhor explicação para muitas das “regressões” agora se tornando populares através da hipnose. Solicitada por um hipnólogo a voltar a uma vida anterior, uma cobaia obedientemente revirou suas memórias esquecidas e usou-as para dramatizar uma “existência passada” inteiramente fictícia.

Em um caso notável, ocorrido em 1906, a filha de um clérigo sob hipnose falou vividamente de uma vida passada na corte do rei Richard II. Ela verbalizou grande riqueza de detalhes, a grande maioria dos quais se provou verdadeiros, muito embora muitos deles fossem tão obscuros que obrigaram os pesquisadores a vasculharem registros históricos ingleses que a garota provavelmente nunca lera. Por fim, no entanto, descobriu-se que todos aqueles fatos detalhados apareciam em um romance, Countess Maud, que a garota lera quando tinha doze anos de idade e se esquecera por completo.

O caso de Sukla, lembremos, é de uma menina de menos de cinco anos de idade. E suas lembranças de uma vida passada não se deram por meio de hipnose, mas como parte de sua usual consciência desperta.

Talvez suponhamos que ela reuniu essas memórias normalmente, mas isso é apenas uma suposição – não existe evidência de nenhum canal normal pelo qual essas memórias pudessem ter vindo à tona.

Ademais, Sukla não apenas recordou informações, senão que ela de fato reconheceu pessoas que, nesta vida, eram-lhe completamente estranhas. Ela reconheceu a sogra de Mana em meio a um grupo de trinta pessoas. Ela apontou o cunhado de Mana de nome Kshetranath, e sabia seu apelido, “Khetu”. Ela também reconheceu outro cunhado, cujo apelido era “Kuti”. Contudo, ela o identificou corretamente por seu nome, Karuna, o qual nem mesmo os vizinhos dele sabiam.

Ela também disse que seu primeiro filho, do sexo masculino, morrera ainda criança. Isso de fato se deu na vida de Mana. E Sukla, em lágrimas, reconheceu a filha de Mana, Minu, e derramou grande afeição sobre ela.

Embora não haja uma maneira convencional para explicar isso, talvez haja outra explicação menos do que convencional. Talvez Sukla tenha aprendido sobre Mana e sua família através de percepção extrassensorial.

Pesquisas demonstram claramente que há algo como percepção extrassensorial. Em experimentos rigidamente controlados, o falecido Dr. J. B. Rhine e outros parapsicologistas apresentam evidências convincentes para telepatia (a habilidade de ler os pensamentos de outra pessoa) e clarividência (a habilidade de perceber objetos e eventos sem usar os sentidos). E experimentos demonstram que tanto a telepatia quanto a clarividência podem funcionar a longas distâncias.

Além de experiências extrassensoriais serem difíceis de acreditar, usá-las para explicar o caso de Sukla exigiria acreditar em experiências superextrassensoriais. Essa menina de cinco anos não apenas teria de ter incríveis poderes psíquicos, como teria de usá-los para se concentrar em uma família específica em uma cidade desconhecida e aprender detalhes íntimos de suas vidas. Ela também teria que ser seletiva em relação ao que seu radar psíquico pegava, de modo que ela “lembraria”, por exemplo, do local da casa de seu sogro porém não estaria ciente de que a entrada fora mudada de lugar depois da morte de Mana. E então, com o objetivo desconhecido, Sukla teria de moldar o que aprendera em um teatro no qual ela se imergira no papel na falecida Mana.

O mais dramático em relação ao caso de Sukla foram suas fortes emoções maternas em relação a Minu. Desde o comecinho da infância, Sukla brincou de pegar Minu em seu colo e, depois que aprendeu a falar, conversava sobre sua ansiedade por estar com Minu. O encontro de Sukla com Minu teve tudo o que se poderia esperar de um comovente encontro entre mãe e filha.

Certa vez, o primo de Mana testou Sukla dizendo-lhe mentirosamente que Minu, que estava fora em Rathtala, estava doente e com febre alta. Sukla começou a chorar, e foi necessário um tempo considerável para sua família tranquilizá-la dizendo que Minu, na verdade, estava bem.

Minu tinha doze anos, e Sukla, apenas cinco. E Minu estava bem alta, então Sukla disse: “Sou pequena”. “Contudo, dentro desta limitação”, Dr. Stevenson diz, “Sukla atuou exatamente o papel de uma mãe em relação a uma filha amada”.

Enfim, depois de cogitar outras possibilidades, Dr. Stevenson cuidadosamente argumenta que talvez a melhor forma de compreendermos este caso é aceitarmos que Sukla foi mãe de Minu, tal qual ela mesma acreditava.

Isso nos traz de volta à ideia de reencarnação. É claro que a ciência jamais poderá “provar” que a reencarnação é um fato. Nesse âmbito, a ciência jamais poderá de favor “provar” algo. Por meio da ciência, tudo o que podemos fazer é reunir dados da forma mais meticulosa possível e, então, tentar explicá-los da maneira mais consistente e razoável. E à medida que o corpo de dados cresce, nossas explicações têm que crescer juntamente.

Devido ao trabalho de Dr. Stevenson e de outros pesquisadores, damos conosco hoje diante de um considerável corpo de casos sugerindo que a reencarnação é um fato. Contudo, a ciência não nos deixa claro o que isso de fato é.

Como funciona? Por que isso acontece? Quem ou o que reencarna? Quanto tempo você tem que esperar entre nascimentos? Isso acontece com todos nós ou com apenas alguns de nós? Talvez um dia a investigação científica apresente as respostas a essas indagações. Por ora, os investigadores não podem fazer muito mais do que reunir casos e especular.

Então, se a reencarnação acontece com todos, você continuará se submetendo a ela – talvez incontáveis vezes – antes de a ciência começar a vislumbrar o que está acontecendo.

Os membros do Movimento Hare Krishna, entretanto, têm uma maneira diferente de obter conhecimento.

Diante de uma complexa máquina com a qual você não tem familiaridade, você pode observá-la e tentar descobrir como ela funciona. Você pode arriscar mexer na máquina e ver o que acontece. Você pode levar seus amigos até ali e pedir sua opinião sobre o que se deve fazer com aquelas roldanas, engrenagens e fios. E talvez você descubra. Talvez.

Contudo, a maneira mais segura de conhecer a máquina é aprender sobre ela com a pessoa que a construiu. A maneira direta de entender o maquinário do universo, portanto – incluindo o maquinário sutil da reencarnação – é aprender sobre isso com a pessoa por trás disso.

O fato de que há uma pessoa por trás deste maquinário é algo quase autoevidente. É axiomático. É claro que você é livre para rejeitar o axioma, mas, então, você é confrontado pela tarefa de explicar como as coisas “por acaso” funcionam, como tudo no universo “por acaso” se encaixa, sem nenhuma inteligência por trás disso.

Você pode dizer que tudo “simplesmente aconteceu” (o que não é uma explicação). Você pode atribuir tudo a alguma força impessoal derradeira que, sem inteligência ou volição, coloca tudo em funcionamento. Ou você pode afastar-se do problema dizendo que tudo o que vemos é meramente uma ilusão: “A máquina nem mesmo existe”. Você, porém, terá de explicar de onde vem a ilusão, e isso o coloca novamente no lugar de onde você partiu.

É mais fácil e mais sensato, por conseguinte, assumir que, por trás do funcionamento da máquina cósmica, está a inteligência suprema, ou a Pessoa Suprema. Essa é a entidade a quem nos referimos quando usamos o nome Krishna.

Por várias ótimas razões, aceitamos que o livro conhecido como Bhagavad-gita registra as palavras do próprio Krishna. Devido a isso, os membros do Movimento Hare Krishna, como os devotos de Krishna há milhares de anos, aprendem sobre a reencarnação a partir das palavras do Bhagavad-gita. No Bhagavad-gita, Krishna nos diz que a reencarnação acontece para todos. “Para quem nasce”, Krishna diz, “a morte é certa. E, após a morte, o indivíduo certamente renascerá”.

Krishna compara essa jornada ao longo de uma sucessão de vidas à mudança de roupa. Seu eu verdadeiro – “sua” alma – é eterno, mas passa por corpos temporários, um após o outro.

Assim, não é o caso que você “se torna uma pessoa diferente” quando você muda de um corpo para o seguinte, assim como você não se torna outra pessoa quando troca suas vestes ou quando deixa de ser criança e se torna adulto. Você é sempre o mesmo, mas você assiste a seu corpo e a sua mente se transformarem daqueles de uma criança àqueles de um jovem e, em seguida, àqueles de um idoso. Similarmente, Krishna diz, a morte não é nada senão uma transformação de um corpo para o seguinte.

Ainda assim, a morte é algo verdadeiramente único. É o maior choque que há. E quando chegamos ao outro lado, esquecemo-nos de tudo o que estávamos fazendo na vida anterior, assim como uma pessoa que adormece se esquece do que estava fazendo durante o dia e, então, acorda e se esquece do que sonhava.

Em raros casos, no entanto, memórias persistem, como aparentemente aconteceu com Sukla Gupta. Sukla se recordava de sua casa, de sua família e de sua veste da vida passada. Ela falou sobre os três sáris que costumava vestir, especialmente sobre os dois feitos de seda fina de Benares. E quando ela visitou o que ela disse que era sua antiga casa, ela encontrou os sáris guardados em um baú, embolados com vestes que pertenciam a outros. Ela pegou os três sáris que ela disse serem dela, e os mesmos de fato haviam pertencido a Mana.

Sukla falou sobre uma cuspideira de metal em um cômodo em particular da casa. Quando ela visitou, a cuspideira ainda estava ali. O cômodo fora o quarto de Mana, e Sukla apontou corretamente onde ficava a cama de lona de Mana. E lágrimas vieram aos olhos de Sukla quando ela viu sua velha máquina de costura, a qual fora anteriormente utilizada por Mana.

Contudo, mesmo se nos esquecermos de nossas vidas anteriores, estas influenciam nossa vida presente. O Bhagavad-gita diz que o que fizemos e pensamos em nossas vidas anteriores determina com que tipo de corpo iniciamos nesta vida. E através do que fazemos nesta vida, preparamos a seguinte.

Segundo o Bhagavad-gita, já vivemos muitos milhões de vidas, e é possível que tenhamos de viver outros milhões. Algumas delas podem ser em corpos humanos, e outras, em corpos inferiores, como de animais e árvores.

Mediante a perfeição espiritual, no entanto, o Gita diz, podemos nos livrar do infindável ciclo de reencarnações. Podemos transcender a existência material por completo e retornar ao nosso lar eterno, no mundo espiritual, com Krishna.

O Gita aponta que cada um de nós é eterno, e Krishna também é eterno. E nossa verdadeira existência é nossa vida eterna com Krishna.

Conforme viajamos de vida em vida, não há algo que possamos reter indefinidamente, pois tudo no mundo material é temporário. Tudo o que é material perde intensidade e, por fim, perde o significado.

O Bhagavad-gita, diante disso, aconselha que, agora que estamos nesta vida humana, devemos utilizar completamente a nossa energia e o nosso tempo para atingirmos a perfeição espiritual.

Quando Sukla já tinha sete anos, suas memórias da vida passada começavam a se apagar. Mesmo antes de suas memórias deixarem-na, no entanto, aquela vida já se fora. Sukla mencionara que, em sua vida anterior, como Mana, tivera duas vacas e um papagaio. Depois da morte de Mana, porém, as vacas haviam morrido, e o papagaio, voara para longe.

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4 Respostas

  1. o texto diz ”Khetu tivera uma cunhada chamada Mana, que morrera muitos anos atrás, em 1948, deixando órfã uma filha, a qual tinha o nome de Minu.”
    depois diz que Minu tinha 12 anos quando Sukla tinha 5… me perdi na sincronia de tempo… Minu devia ser beeem velha agora

    18 de julho de 2014 às 10:01 AM

    • No texto diz: “Então, em 1959, quando Sukla tinha um pouco mais de cinco anos, Sri Sen Gupta e outros cinco membros de sua família viajaram com ela para Bhatpara.”, ou seja, quando Mana faleceu, Minu tinha próximo a um ano de idade.

      25 de julho de 2014 às 11:55 AM

      • Ahh… sim! Agora faz sentido! Valeu por esse esclarecimento, Denise. 🙂

        28 de julho de 2014 às 5:22 PM

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