Austeridade e Prazer: Gerindo Nossa Sexualidade Enquanto Aguardamos pela Transcendência

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Urmila Devi Dasi

Porque o desejo sexual tem uma origem espiritual, as práticas de bhakti-yoga podem recobrar seu propósito espiritual eterno.

Bhakti-yoga nos dá a chave para a origem da sexualidade e seu significado de total realização. Yoga significa, literalmente, “união”. Bhakti, por sua vez, significa “serviço devocional”. Bhakti-yoga, portanto, significa a união amorosa da alma com a Alma Suprema. O desejo mais profundo da alma é por essa união amorosa.

Quando quer que o Senhor fique satisfeito de alguma forma, Ele e Sua energia de prazer reciprocam. Krishna é o masculino supremo, e Sua energia de prazer é Sua contraparte feminina, Radharani. Quando há yoga, ou união, da Alma Suprema com Sua energia de prazer, esse yoga também proporciona completo desfrute a todas as partes espirituais diminutas (nós) que facilitam isso. O sagrado som Om demonstra esse processo, visto que é uma fusão das letras sânscritas a, u e m. O a indica a Alma Suprema, o u é Sua energia de prazer, e o m são as almas individuais, como nós. A título de exemplo, o grande devoto Hanuman auxilia a união de Rama e Sita e, por assim proceder, ele mesmo experimenta um prazer sempre crescente.

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Krishna é o masculino supremo, e Sua energia de prazer é Sua contraparte feminina, Radharani.

As almas que se recusam a se alegrar com os passatempos de prazer do Senhor invejam a posição central dEle. A expressão máxima dessa rebelião tola perverte a busca natural e intrínseca de prazer da alma no que conhecemos no mundo como “desejo sexual”. A sexualidade mundana, portanto, é uma perversão de um desejo que existe em nossos corpos espirituais originais. Por esse motivo, todas as tentativas de abolir a sexualidade resultam em fracasso. Não podemos matar desejos que são partes de nosso próprio eu.

Quando homens e mulheres tocam os corpos uns dos outros, seus desejos luxuriosos naturalmente são despertados. Parece, a partir deste verso, que há sensações similares nos corpos espirituais. Tanto o Senhor Ananta quanto as mulheres Lhe dando prazer tinham corpos espirituais. Assim, todas as sensações existem originalmente no corpo espiritual. Confirma-se isso no Vedanta-sutra: janmady asya yatah. Srila Visvanatha Chakravarti Thakura comentou sobre isso que a palavra adi significa adi-rasa, o sentimento luxurioso original, que nasce do Supremo. Entretanto, a luxúria espiritual e a luxúria material são tão completamente distintas quanto ouro e ferro. (Srimad-Bhagavatam 5.25.5, comentário de Srila Prabhupada)

O desejo por desfrute está presente tanto em Krishna quanto em Suas partes integrantes, as entidades vivas. No mundo espiritual, tais desejos também são espirituais. Ninguém deve cometer o erro de considerar que tais desejos são materiais. No mundo material, se alguém sente apetite sexual e desfrute da vida sexual, desfruta de algo temporário. Seu desfrute termina após poucos minutos. Por outro lado, no mundo espiritual, o mesmo desfrute pode estar presente, mas sem nunca se esvair – desfruta-se dele continuamente. No mundo espiritual, esse prazer sexual se manifesta ao desfrutador como cada vez mais palatável com cada vez novos atributos. No mundo material, todavia, o desfrute sexual se torna detestável após poucos minutos, e jamais é permanente. (Chaitanya-charitamrita, Madhya 8.138, comentário de Srila Prabhupada)

A única cura definitiva para a sexualidade mundana – que nos seduz, constrange, move, frustra e nos presenteia, na melhor das hipóteses, com um prazer fugaz, temporário e decrescente – é recobrarmos a forma original desse prazer por meio de uma união de amor e serviço com nossa fonte, Krishna. O processo para se conseguir isso é bhakti-yoga, o que inclui uma variedade de práticas, sendo a principal entre todas o cantar dos nomes “Krishna” e “Rama” e Sua energia de prazer, “Hare”. Porque os nomes do Senhor e Sua energia são idênticos entre si, o yoga total entre a alma, o Senhor e a energia de prazer acontece tão logo uma alma se imerge nesse som com uma postura de serviço e dependência amorosa.

Portanto, enquanto entoa Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare, a pessoa sente grande felicidade em uma plataforma mais elevada do que aquela da mente e dos sentidos. Conforme um praticante se aprofunda pouco a pouco em bhakti-yoga, todos os desejos sexuais mundanos se transformam novamente em amor espiritual genuíno, krishna-prema.

No entanto, alcançar completamente a purificação necessária para retornarmos ao nosso estado original de absoluta bem-aventurança é, em geral, um processo gradativo. Por isso, os desejos sexuais materiais exigem certa vazão até que retornem por completo à sua condição espiritual primeira. As escrituras descrevem duas saídas apropriadas que dão apoio aos praticantes de bhakti-yoga ao longo da trilha para a transcendência.

Dois Suportes para Bhakti-yogis

A beleza estonteante de cada um desses suportes é como Krishna usa o epítome da rebelião da alma contra Ele – a sexualidade mundana – para levar essa alma de volta à bem-aventurança espiritual do yoga. Porque Krishna vincula a sexualidade material à reprodução, um ser humano que permite que o vínculo permaneça intacto é levado para o caminho de sacrifício e dharma, onde a vida espiritual é natural. Nos capítulos 3 e 12 da Bhagavad-gita, portanto, Krishna recomenda os devidos sacrifício e caridade inclusive para aqueles que ainda não são conscientes de sua relação com Deus. Como a “transcendência onipresente se situa eternamente em atos de sacrifício” (Bhagavad-gita 3.15), o sacrifício dirigido pelas escrituras proporciona uma satisfação além do egoísmo. Essa satisfação pode conduzir uma alma a buscar o objeto supremo do sacrifício: Krishna.

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O vínculo entre sexo e reprodução requer um de dois sacrifícios: o sacrifício do celibato ou o sacrifício do casamento e da paternidade/maternidade.

O vínculo entre sexo e reprodução requer um de dois sacrifícios: o sacrifício do celibato ou o sacrifício do casamento e da paternidade/maternidade. Cada um desses tipos de suporte para a sexualidade material envolve prazer e austeridades únicos. Por causa dos atos passados da alma, cada pessoa neste mundo material tem uma quantia predestinada de prazer e austeridade na vida, sendo a maior parte disso algo bastante fixo. Contudo, na maioria dos casos, podemos mudar o tipo. As pessoas podem, portanto, escolher como lidam com a sexualidade mundana em harmonia com sua natureza, idade e circunstância. Quando alguém está obtendo os prazeres apropriados para sua própria natureza e sua época de vida, as austeridades concomitantes são suportáveis e, muitas vezes, até mesmo desfrutáveis. Como Krishna explica no capítulo 3 da Bhagavad-gita, somente quem aceita as austeridades de uma posição tem o direito de desfrutar dos prazeres dessa posição. Com efeito, quem tenta obter os prazeres sem as austeridades verá que esses prazeres são nada além de cascas vazias. “Aquele que não segue na vida humana o ciclo de sacrifícios estabelecido pelos Vedas certamente leva uma vida cheia de pecado. Vivendo apenas para a satisfação dos sentidos, tal pessoa vive em vão.” (Bhagavad-gita 3.16)

O Sacrifício do Celibato

O primeiro sistema de suporte para quem aspira à perfeição por meio de bhakti é o celibato. Esse suporte é apropriado por longa data para aqueles que se sentem energizados sem sexo, mesmo nas formas emocionais sutis. O Senhor Supremo, que quando faz Seu advento estabelece o exemplo de como viver, vive como um celibatário em Seu advento como Nara-Narayana Rishi. O celibato é frequentemente prescrito nas escrituras como um grande auxílio para vários tipos de yoga. Portanto, todos devem adotar a vida celibatária antes do casamento e depois de terminado o tempo de reprodução, inclusive dentro do casamento. Para algumas poucas pessoas, o celibato vitalício, sem casamento, é o suporte mais adequado.

O celibato se vale da energia sexual – que inclui criatividade, entusiasmo, expansão, atração pela beleza e avidez por se conectar com a vida – para aceitar todos os seres vivos como uma família e trabalhar de maneira inovadora pelo bem último dos outros. Com efeito, a cor açafrão utilizada pelos celibatários na cultura védica é da mesma cor que o fogo de sacrifício, agni-paricchadan (Bhagavatam 7.12.21). A liberdade é um dos principais prazeres de uma vida celibatária vivida de acordo com as diretrizes das escrituras. O celibato também facilita que a pessoa viva shastricamente de acordo com seus gostos, sem ter que se preocupar excessivamente em agradar membros familiares. Outros prazeres são a simplicidade e a satisfação de dominar os próprios sentidos. Sem a necessidade de impressionar possíveis parceiros sexuais, há paz e satisfação. Menos tempo e energia são necessários para a manutenção básica, de modo que é possível escolher mais facilmente com o que se ocupar pensando em realização pessoal e importância espiritual, em vez de necessidade.

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O dharma de um celibatário inclui foco no estudo das escrituras, oração e purificação da existência.

As austeridades da vida celibatária envolvem não apenas abstinência sexual, mas também a renúncia a trocas “quase sexuais” sutis e emocionais, como flertes e conversas frívolas. Um celibatário deve limitar riquezas, comida e posses a necessidades básicas.

O dharma de um celibatário inclui foco no estudo das escrituras, oração e purificação da existência. O jovem celibatário se foca no estudo espiritual, ao passo que o celibatário mais velho se foca em produzir obras literárias e realizar discursos eruditos. (Cf. Srimad-Bhagavatam 2.2.5, comentário de Srila Prabhupada)

Porque os prazeres de canalizar a sexualidade para uma vida celibatária é algo doce e atraente, uma paródia disso existe na sociedade moderna. Infelizmente, a imitação, que busca os prazeres sem a austeridade e não se baseia no sagrado, molesta os indivíduos e a sociedade, prejudicando em vez de ajudar a vida espiritual. Essa moderna “vida de solteiro” é uma paródia da vida de celibato, uma vez que propaga a liberdade e a simplicidade dos celibatários – mas sem o celibato que torna esses prazeres possíveis. Essa paródia consiste ou em não haver casamento ou em adiar o casamento e a criação de filhos para muito depois do auge do desejo e da fertilidade. Durante esse tempo, as pessoas podem ter um ou mais parceiros sexuais, usarem contraceptivos ou mesmo abortarem para manterem seu status de solteiros. Mesmo aqueles que se abstêm de sexo frequentemente absorverem suas mentes e corações no romance prevalecente em várias formas de mídia.

O Sacrifício do Casamento

O segundo suporte é o casamento. A maioria das pessoas não é capaz de seguir uma vida de celibato como as escrituras preconizam durante sua juventude e, por isso, precisam do suporte do casamento. O advento do Senhor que estabelece o exemplo do casamento monogâmico é o Senhor Ramachandra e Sua esposa, Sita, que permaneceu fiel ao longo de muitos testes.

Um casal unido pelos laços do matrimônio utiliza sua energia sexual para produzir filhos que criarão em consciência espiritual. Membros familiares ajudam uns aos outros e trabalham como uma equipe para atenderem às demandas materiais, terem uma conexão emocional prazerosa e encorajarem uns aos outros na vida espiritual. Companheirismo, estabilidade e segurança são alguns dos principais prazeres da vida marital guiada pelas escrituras. A vida sexual regulada e alimentos preparados em casa dão prazer para os sentidos, assim como uma casa com móveis confortáveis, arte e música. Pessoas casadas buscam liberdade por meio de posição social e dinheiro, o que lhes permite uma ampla variedade de escolhas. Criar os filhos é algo que fascina e alegra os pais, ao mesmo tempo que é algo que abre escopo para uma variedade de trocas de afeto. No casamento, o sujeito tenta acumular riquezas o bastante para ter o prazer de dar em caridade para causas dignas, o que lhe proporciona um sentimento profundo de valor pessoal e contribuição para a sociedade.

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Companheirismo, estabilidade e segurança são alguns dos principais prazeres da vida marital guiada pelas escrituras.

As austeridades do casamento incluem limitar a relação sexual a uma só pessoa por toda a vida, independente de circunstâncias mutáveis, trabalho para ganhar a vida, diferenças e conflitos de personalidade dentro da família, inveja e competição por parte de vizinhos e amigos e colegas de trabalho, demandas da educação dos filhos, manutenção da casa e assim por diante. O dharma do casamento se foca em caridade, honestidade e controle dos sentidos.

As gratificações sexuais piedosas e estáveis da vida familiar também induziram uma paródia na sociedade moderna quando casais unidos por matrimônio buscam separar o sexo da reprodução. Por meio de contraceptivos e aborto, buscam capturar os prazeres sem a austeridade.

Nessas paródias de vida familiar, as pessoas compram mais do que podem pagar por meio de dívidas irresponsáveis, e gastam muito mais com a família do que com caridade. Por exemplo, os estadunidenses – moradores do país mais generoso do mundo em termos de doação de tempo e dinheiro – dão apenas cerca de 3% de sua renda em caridade. Com um centro de entretenimento como o “altar” da casa, sua vida familiar se torna uma armadilha constritora do materialismo.

Outra paródia é a coabitação sem casamento, que algumas vezes produz filhos e, em geral, termina em separação. O norte da Europa parece favorecer famílias temporárias sem casamento, sendo que 28% das crianças nascidas na Suécia em 2010 nasceram de pais que moram juntos sem serem casados. Nos Estados Unidos, 40% das crianças nascem fora do casamento – em 1960, eram 4%.

A Necessidade de Honestidade

Ao considerarmos que sistema de suporte utilizar e em que ponto de nossa vida, precisamos ser muito honestos. De acordo com Raghunatha Dasa Goswami, um associado do Senhor Chaitanya, uma das tendências mais danosas para o nosso avanço espiritual é a falsidade. Uma pessoa dúplice tenta obter prazer de um ou mais sistemas de suporte sem se submeter à austeridade de nenhum deles. Pessoas honestas admitem que tipo de prazer eles querem e, então, assumem as austeridades correspondentes. Deste modo, uma troca de amor pode acontecer entre a alma e a Alma Suprema. O indivíduo oferece como presente a Krishna a austeridade, expressando gratidão amorosa e responsabilidade. E ele aceita os prazeres concomitantes como um presente, então, da parte de Krishna, motivando-se com esses prazeres a glorificá-lO ainda mais.

O sistema de ashrama dado nas escrituras prescreve o celibato até o casamento, a vida familiar até por volta dos cinquenta anos, e novamente o celibato até partir deste mundo. Na parte final do celibato, os casais podem optar por permanecer juntos, porém aposentados e sem envolvimento sexual físico e sutil. Esse sistema de ashrama, embora não seja possível para todos na atualidade, funciona em sinergia com o ciclo natural de vida para ocupar a sexualidade mundana de formas apropriadas à biologia e à psicologia. Em geral, aqueles que conseguem canalizar sua sexualidade dentro desse sistema de ashrama sentem a prática de bhakti-yoga como muito mais fácil de ser vivida.

Uma Reciprocação Amorosa com Krishna

Seja como celibatário, seja como alguém casado, o bhakti-yogi age da maneira que o guru de Srila Prabhupada, Bhaktisiddhanta Sarasvati, descreve aqui: “Se qualquer coisa aceita seja recebida como um favor conferido pelo Senhor Supremo, a atividade mundana deixará de ser mundana e se tornará serviço ao Supremo (bhakti)”. (Brahma-samhita 5.61, comentário)

Srila Prabhupada explica o mesmo princípio: “O que quer que Kishna nos dê… É como um mestre. Um mestre confere algo a um servo. ‘Você pode desfrutar disso.’ Isso é prasada. Vocês entendem. ‘Tudo pertence a Krishna, até mesmo minhas mãos e pernas. Elas também pertencem a Krishna, todas as partes do meu corpo. Pertencem a Krishna. Então, devem ser utilizadas para Krishna.’ Isso se chama bhakti.” (Palestra do Srimad-Bhagavatam 1.2.9-10, Delhi, 14 de novembro de 1973)

Quando alguém age desse modo, então “a matéria dedicada à causa da Verdade Absoluta recobra sua qualidade espiritual”. (Bhagavad-gita 4.24, comentário de Srila Prabhupada)

Quando as pessoas vivem nesse humor de uma troca amorosa com Krishna, os processos intrinsecamente espirituais de bhakti-yoga, como ouvir e cantar sobre Krishna, junto de um sistema de suporte apropriado para o indivíduo lidar com a sexualidade mundana, unificam-se na transcendência, como explicado em Bhagavad-gita (4.24): “Aquele que está completamente absorto na consciência de Krishna certamente alcança o reino espiritual por causa de sua plena contribuição às atividades espirituais, nas quais a consumação é absoluta e aquilo que é oferecido é da mesma natureza espiritual.”

À proporção que os bhakti-yogis amadurecem, a sexualidade material se torna tão desestimulante quanto um chiclete cuspido no chão. Não há aversão pelo sexo em si, já que se trata simplesmente de uma função biológica. Tampouco há aversão por aqueles que podem ser objetos de atração sexual, já que são simplesmente outras almas condicionadas. Contudo, há repulsa pela luxúria, que é o ímpeto de obter prazer para os próprios sentidos e para a própria mente pelo uso da energia do Senhor e outros seres. A luxúria sexual mundana gradualmente se retransforma em sua natureza original e termina em amor a Deus. Então, a necessidade de um sistema de suporte de um ashrama de celibato ou casamento começa a esvair-se. O sujeito talvez continue vivendo em um desses ashramas, mas como um serviço a Krishna e como um exemplo para outros, e não por necessidade pessoal de estar ali.

O desapego do devoto iluminado se origina da satisfação superior do amor espiritual. A maré alta do amor espiritual gradualmente se torna uma inundação. Esse amor, o amor verdadeiro, significa dar em vez de receber. Significa se dar para o prazer de Deus. Significa ser um agente para unir o Senhor e Sua energia de prazer – Krishna com Radha, Narayana com Lakshmi, Rama com Sita. É claro, o Senhor e Sua consorte eterna não dependem de uma minúscula alma para que Sua união aconteça. É bondade do Senhor ocupar os seres vivos que se expandem dEle dessa maneira a fim de compartilhar com eles a Sua bem-aventurança. A alma finita, assim conectada com o infinito mediante o serviço amoroso, experimenta eternamente um êxtase sempre crescente. Essa é a nossa natureza natural, constitucional, inerente. A cada dia, caminhemos mais alguns passos em direção à nossa natureza e deixemos um pouco mais para trás seu reflexo descorado.

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