Por que os Devotos de Krishna Não Comem Alho e Cebola?

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Kurma Dasa

Kurma Dasa, o mais famoso cozinheiro do movimento Hare Krishna e estrela do programa Cooking with Kurma, responde à pergunta.

“Por que os devotos de Krishna não comem alho e cebola?”. Essa é uma das perguntas mais comuns feitas a mim. Aqui está a minha resposta curta: como um devoto de Krishna e praticante de bhakti-yoga, eu não como alho nem cebola porque eles não podem ser oferecidos a Krishna.

Aqui está a minha resposta mais longa: você talvez saiba que a cebola e o alho são membros da família botânica aliáceos (alliums) – juntamente com o alho-poró, cebolinha e chalotas.

Segundo o ayurveda, a ciência médica clássica da Índia, os alimentos são agrupados em três categorias – sattva, rajas e tamas, respectivamente “bondade”, “paixão” e “ignorância”. Cebola e alho, e as outras plantas aliáceas, são classificadas como rajas e tamas, o que significa que aumentam a paixão e a ignorância.

Aqueles que se submetem a cozinhar ao puro estilo brahmana da Índia, entre os quais me incluo, e vaishnavas – seguidores do Senhor Vishnu, Rama e Krishna – gostam de cozinhar apenas com alimentos da categoria sattva. Esses alimentos incluem frutas frescas, legumes e ervas aromáticas, produtos lácteos, grãos, legumes e assim por diante. Especificamente, vaishnavas não gostam de cozinhar com alimentos rajásicos ou tamásicos porque eles não podem ser oferecidos à Divindade.

Alimentos rajásicos e tamásicos também não são usados porque são prejudiciais para a meditação e atividades devocionais. “Alho e cebola são rajas e tamas e são proibidos aos yogis porque enraízam a consciência mais firmemente no corpo”, diz Dr. Robert E. Svoboda, famosa autoridade no ayurveda.

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Kurma Dasa, autor deste artigo e o mais famoso chef do Movimento Hare Krishna.

Alguns ramos da medicina ocidental dizem que os alliums têm benefícios específicos à saúde; o alho é respeitado, pelo menos nos círculos médicos alopatas, como um antibiótico natural. Nos últimos anos, embora as implicações dos resultados cardiovasculares do allium vegetal tenham sido estudadas com algum detalhe, as implicações clínicas do consumo da cebola e do alho a partir deste ponto de vista ainda não são bem compreendidas.

No entanto, ainda há muitas coisas negativas a se dizer sobre o alho e a cebola. Pouco conhecido é o fato de que o alho no estado bruto pode carregar nocivas (potencialmente fatais) bactérias do botulismo. Talvez tenha sido com consciência disso que o poeta romano Horácio descreveu o alho como “mais prejudicial do que cicuta”.

Deve ser salientado que o alho e a cebola são evitados pelos espiritualistas porque estimulam o sistema nervoso central e podem perturbar votos de celibato. O alho é um afrodisíaco natural. O ayurveda sugere que é um tônico para a perda de potência sexual por qualquer motivo, debilidade sexual, impotência por excesso de vida sexual e esgotamento nervoso decorrente de hábitos sexuais dissipativos. Afirma-se que é especialmente útil para os idosos com tensão nervosa e diminuição da potência sexual.

Os taoístas perceberam há milhares de anos que as plantas da família aliácea eram prejudiciais para os seres humanos em seu estado saudável. Em seus escritos, o sábio Tsang-tsé descreveu os alliums como “os cinco vegetais perfumados ou picantes” e disse que cada um tem um efeito negativo sobre um dos seguintes cinco órgãos – fígado, baço, pulmões, rins e coração. Respectivamente, as cebolas são prejudiciais para os pulmões, o alho para o coração, alho-poró para o baço, cebolinha-capim para o fígado e cebolinha comum para os rins.

Tsang-tsé disse que esses vegetais pungentes contêm cinco tipos diferentes de enzimas que causam “hálito repugnante, odor extremamente desagradável no suor e movimentos do intestino, e levam a ocupações lascivas, aumentam a agitação, ansiedade e agressividade”, especialmente quando consumidos crus.

Coisas semelhantes são descritas no ayurveda. “Além de produzir hálito e odor corporal, essas plantas (aliáceas) induzem irritação, agitação, ansiedade e agressividade. Assim, são prejudiciais física, emocional, mental e espiritualmente”.

De volta à década de 1980, em sua pesquisa sobre o funcionamento do cérebro humano, o Dr. Robert [Bob] C. Beck descobriu que o alho tem um efeito negativo sobre o cérebro. Ele constatou que o alho de fato é tóxico para o homem porque seus íons de hidroxila sulfona penetram a barreira hemato-encefálica e são tóxicos para as células do cérebro.

Beck explicou que, desde os anos 50, sabia-se que o alho reduz o tempo de reação de duas a três vezes quando consumidos por pilotos em testes de voo. Isso ocorre porque os efeitos tóxicos do alho “dessincronizam” as ondas do cérebro.

Precisamente pela mesma razão, a família de plantas do alho tem sido amplamente reconhecida como sendo prejudicial aos cães.

Mesmo quando o alho é usado como alimento na cultura chinesa, é considerado nocivo para o estômago, o fígado e os olhos, bem como causa de tontura e de energia dispersada quando consumidos em quantidades imoderadas.

Nem sempre o alho é visto como tendo propriedades totalmente benéficas na culinária e na medicina ocidental. É amplamente aceito entre os profissionais de saúde que, além de matar bactérias nocivas, o alho também destrói as bactérias benéficas, que são essenciais para o bom funcionamento do sistema digestivo.

Praticantes de Reiki explicam que alhos e cebolas estão entre as primeiras substâncias a serem expulsas do sistema de uma pessoa – juntamente com o tabaco, álcool e medicamentos farmacêuticos. Isso torna evidente que aliáceos têm um efeito negativo sobre o corpo humano e devem ser evitados por razões de saúde.

A medicina homeopática chega à mesma conclusão quando se reconhece que a cebola vermelha produz uma tosse seca, olhos lacrimejantes, espirros, corrimento nasal e outros sintomas familiares relacionados com o frio quando consumidos.

Estas são apenas algumas das razões para eu evitar alho-poró, cebolinha, alho e cebola.

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64 Respostas

  1. Snif!! Não gosto de alho e nunca gostei de cebola,mas tenho paixão por alho-poró.E quando como alho e cebola tenho muita dor de barriga.
    Se alho e cebola “enraízam a consciência mais firmemente ao corpo”,faz sentido pensar que os dois nascem para dentro da terra,enquanto a cebolinha e o alho-poró para fora.

    Em outras palavras,sacanagem o alho-poró ser “proibido “!Só porque são da mesma família?!
    Não vou deixar de comer algo que gosto,e será que mesmo se eu for uma boa devota vou ficar presa no mundo material por comer alho-poró? Tenho que ser bem obediente né? Se não Deus não vai gostar de mim…

    27 de janeiro de 2014 às 6:56 PM

  2. ananda

    Quem diria! Tanto tempo cozinhando com alho e usando cru em saladas pensando estar garantindo saúde para a família… Ufs! Gostei muito dessa informação! Agradeço! Basta de alho!

    28 de janeiro de 2014 às 4:12 PM

    • clarice

      melhor pesquisar outras fontes…

      26 de abril de 2016 às 9:44 PM

  3. Inês D.Rubinelli.

    Não gosto de comer alho e cebolas crus, e puro só coloco nos alimentos cozidos para dar sabor, mas, se não é bom consumi-los, indique-me um tempero bom para dar sabor aos alimentos. Obrigada!

    30 de janeiro de 2014 às 6:52 PM

    • Olá Inês! No livro 40 Receitas Vegetarianas, ao autora sugere este tempero básico:

      Ingredientes
      1/2 xícara de sementes de mostarda amarela
      1/4 xícara de sementes de coentro
      1/4 xícara de sementes de cominho
      01 colher de sopa de cúrcuma

      Preparo
      Em uma frigideira, junte as sementes de mostarda, o coentro e o cominho e aqueça em fogo brando por 2 minutos. Em seguida, bata no liquidificador na função pulsar 4 ou 5 vezes até que as sementes se quebrem. Não é necessário que a mistura esteja totalmente em pó. Acrescente 1 colher de sopa de cúrcuma, mexa e armazene em um vidro com tampa. Certifique-se de que o copo do liquidificador esteja totalmente seco antes de bater os temperos.

      3 de fevereiro de 2014 às 2:43 PM

    • denise

      Orégano, manjericão, manjerona, cominho, tomilho, salsa, cabolinha, coentro, açafrão, canela, páprica, anis, canela, cardomomo, louro, endro, gengibre, hortelã, alecrim, pimenta, erva doce, losna, dill, endro, erva cidreira…
      Entre outras.

      10 de maio de 2016 às 1:51 AM

  4. Elaine Cristina

    Faltou falar sobre os pimentões. Já li que quem pratica yoga não os deve comer também.

    11 de fevereiro de 2014 às 10:50 AM

  5. Helena Moreira Dutra

    De utilidade pública!

    12 de fevereiro de 2014 às 5:49 PM

  6. Anônimo

    Uma boa matéria, sim senhor. Como tudo na vida, não os devemos excluir totalmente da nossa vida (alimentação) e, sim, usá-los sabiamente sabendo, segundo esta matéria que não é nova, que os usar excessivamente pode causar problemas.

    Um bem haja.

    14 de fevereiro de 2014 às 2:40 PM

  7. curioso

    O curioso é que pesquisas dizem o contrário dos dogmas religiosos. Cientificamente, o alho e a cebola são ótimos para o coração, fígado, intestinos etc., muitos dos quais comprovados por estudos. Agora, não poder oferecer aos deuses/divindades é outra história. Talvez seja assim porque essas divindades sejam feitos de outras matérias…

    3 de março de 2014 às 6:58 PM

  8. Milton

    Se seguirmos tudo que dizem os cientistas, médicos, nutricionistas, espiritualistas e toda a mídia em geral na verdade não poderíamos fazer nada, pois tudo tem efeitos colaterais e em demasia ou de determinada forma são prejudiciais para o homem. Com certeza absolutamente comprovado cientificamente que ser TOTALMENTE vegetariano, vegano, macrobiótico, carnívoro etc., etc., etc. É PREJUDICIAL PARA O HOMEM. Claro que cada um expõe suas teorias, filosofias, regras, regulações, experimentos técnicos (testados ou não) da melhor forma que acharem convincente ou que convencem. Sigam quem quiserem, mas não são totalmente verdades, pois há controvérsias, e cada um julgue da forma que quiser!

    4 de março de 2014 às 3:52 PM

  9. Dhira Krsna

    Aff… não come porque é rajo-guna e tamo-guna, mas qualquer templo que você visite tem muita fritura cheia de temperos fortes e picantes “super na bondade” que deixa a pessoa cheia de queimação no estômago. Para muitas coisas se faz vista grossa.

    4 de março de 2014 às 4:56 PM

    • Tulasi-vrinda

      concordo.

      6 de outubro de 2016 às 8:02 PM

  10. Anônimo

    Para todo o sempre, deve-se prezar pelo equilíbrio, ou seja, nem falta nem excesso.

    6 de março de 2014 às 11:06 PM

  11. YAJÑI DASA

    Para os candidatos a se tornarem devotos do senhor Krishna, entender que, antes de se alimentar, deve-se oferecer seu alimento ao Senhor como sacrifício – em Kali-yuga, diga-se, já se pratica o mínimo de sacrifício. Esse alimento oferecido com amor e devoção, Krishna aceita, então comeremos os restos do Senhor Krishna, prasada, alimento para o espírito. Alimentemos o espírito primeiro, e as células do nosso corpo agradecem também.

    23 de abril de 2014 às 9:03 AM

  12. Será que é porque a Divindade é extraterrestre? Me perdoem, não sigo o movimento de vocês de perto. Acompanho-os de longe com muito carinho. Faço gosto de comidas indianas, veganas, orientais, mas prefiro ficar andando pelo caminho do meio. Tudo pode ser útil se soubermos a medida certa. Concordo relativamente com o Anônimo, Curioso e o Milton. Gosto dos aliáceos todos, embora os que uso frequentemente e moderadamente sejam o alho, a cebola e a cebolinha verde, e já me curei de tanta gripe, fastio, depressão, infecções pulmonares e de outros órgãos com uso de alho e/ou cebola. Quando doente, fraca, enfastiada, fiz uso de “mingau de Sto. Antônio” ou “mingau de cachorro” (nunca vi cachorro tomando mingau!) e sempre resolveu. Outra coisa boa é chá de alho com limão, mel e pitanga ou capim santo. Tem o uso externo para pele: matar micoses tipo tinhas, espantar mosquitos… Tem os temperos que moderadamente fazem-me bem. Uso-os crus e cozidos. E acho o perfume do alho tentador, aquele cheiro de alho amassado é delicioso! Agora, Trigueirinho fala que eles lá na colônia do Carmo da Cachoeira não comem os aliáceos pois eles chamam energias negativas, baixam a vibração, atraem entidades inferiores… Mas no passado havia crenças de que o alho por exemplo espantava espíritos ruins, vampiros e, claro, doenças, pestes e tudo ao comer e até carregar alguns alhos no pescoço, nos bolsos, debaixo do travesseiro etc e recentemente me mandaram um e-mail dizendo que quando cortar cebola não deixe-a em geladeira sem por em vasilha fechada pois ela atrai bactérias, vírus, fungos e assim fica tóxica, “carregada” e perigosa para comer mas o bom disso é que em casos de doenças no ar, gripes pestes, H1N1, suína, Ebola podemos cortar cebolas ao meio e espalhar as metades nos cantos da casa, debaixo das camas etc, para limpar o ambiente de germes e vibrações patogênicas. Alho deve ser comido com cuidado mesmo, MODERAÇÃO pois é anti-agregante plaquetário e assim impede coagulação sanguínea e se vai fazer cirurgia ou sendo mulher (menstruação) deve suspender o uso do alho evitando assim hemorragias, Mais em idosos regula pressão arterial, é bom para o coração e substitui com vantagem qualquer anti-trombótico que necessite usar (AAS Infantil, etc…)Acho que devemos usar tudo com espírito de louvor e gratidão à Deus (Divindade) pedindo ao Seu Espírito nos iluminar e orientar para usar as graças da Divindade com Sabedoria e Amor. Tenho amigos e todos sadios ao iniciar na dieta HK, vários neste movimento, e sei que vocês usam muitas comidas com excesso de açúcar pois frequentei algumas festas e refeições. Resultado, dois deles com a idade de +- 40 anos comeram tanto açúcar que ficaram diabéticos. Não uso açúcar quase. 1kg dura meses. Uma vez ou outra uso um pouco e procuro sentir, “escutar” meu ser interior avaliando seus desejos e necessidades. Assim tenho mantido boa saúde, peso, e me sinto muito bem. Posso tudo graças à Deus mas mantenho sobriedade constante e às vezes como algo tóxico (refrigerante, doces, algo industrializado…), sabendo que é mau para mim, mas sempre muito pouco e depois compenso com dieta purificadora, água, frutas cruas, verduras etc…). Procuro não comer nada industrializado, ainda não sou vegana total, mas quero chegar lá. Raras vezes hoje uso medicação (básica). Acho o Caminho do Meio o melhor Caminho, e conhecer mais a mim mesmo é fundamental! Namastê!

    1 de junho de 2014 às 11:55 AM

    • Cris

      Querida, parabéns pela lucidez no comentário.

      7 de outubro de 2014 às 2:19 PM

      • Muito Obrigada! Continuemos aprendendo sempre o conhecimento de Deus! Hare Krishna! Namastê!

        9 de outubro de 2014 às 3:29 PM

    • Anônimo

      Concordo em gênero, número e grau. A questão é puramente religiosa

      17 de abril de 2016 às 6:50 AM

    • Paulo

      Excelente comentário. Estou com Vc.

      25 de abril de 2016 às 9:24 PM

    • Adriana Delfino

      Muita harmonia e equilíbrio em seu comentário!
      Estou me tornando vegetariana e estas suas palavras me trouxeram tranquilidade ao meu coração. Grata.

      21 de junho de 2016 às 9:57 AM

  13. Faltou falar sobre o passatempo. Mas a matéria é muito boa. Parabéns!

    30 de junho de 2014 às 11:33 PM

  14. Eva

    Eu queria dizer que falei anteriormente muito defendendo o alho e a cebola, mas o certo é evitá-los, pois quase todos os ramos espiritualistas concordam ou seguem a orientação da medicina ayurvédica, de que sendo o alho e a cebola alimentos rajásicos e tamásicos devem ser evitados pois não permitem desenvolvimento do modo bondade (sattva). Alho e cebola conduzem ao desenvolvimento dos modos da paixão (rajas) e da ignorância (tamas) e assim dificultam o desenvolvimento espiritual, “enraizando a consciência mais firmemente ao corpo”, fazendo escurecer a luz interior, embrutecendo o ser. Não ajuda no desenvolvimento de faculdades e percepções espirituais superiores. Vou deixar esses alimentos só para tratamentos terapêuticos especiais, pois atingem uma infinidade de doenças, desde esterilidade, impotência, até cura de câncer, infecções bacterianas e virais e provavelmente a febre hemorrágica da moda (Ébola). Embora me será doloroso deixar de comê-los, já comecei a diminuir o uso e assim será até deixar completamente, dentro de 1 ou 2 meses. Devemos comer apenas alimentos sáttvicos sempre ou podemos comer algum alimento rajásico e/ou tamásico de vez em quando, alternando e neutralizando com os sáttvicos? Muito obrigada pela paciência de vocês! Agora quero saber como o brahmanismo considera Brahma (Raja), Vishnu (Sattva) e Shiva (Tamas)? Sendo Brahma superior a todos, não deveria ser ele Sattva? Na verdade, todos deveriam ser Sattva? E onde posso ler sobre isso? Tenho o livro excelente Gosto Superior, de 1993, mas não fala quais alimentos são Sattva, Rajas e Tamas, como usá-los e quando usá-los. Onde posso ler sobre isso também? O mais difícil no desenvolvimento do espírito é a compreensão das coisas e a mudança dos hábitos errados por ignorar o que seja O CERTO! Namastê!

    9 de agosto de 2014 às 12:26 AM

    • Olá, Eva! Obrigado por seus comentários e reflexões!

      Sobre Brahma, Vishnu e Shiva, a relação deles com os três modos não é que estão cada um em um desses modos, senão que são responsáveis por controlar esses modos. Vishnu, na verdade, está acima de todos os três modos, inclusive sattva, como Ele explica sobre Si, como Krishna, no Bhagavad-gita 7.13:

      tribhir guṇa-mayair bhāvair
      ebhiḥ sarvam idaṁ jagat
      mohitaṁ nābhijānāti
      mām ebhyaḥ param avyayam

      “Iludido pelos três modos, o mundo inteiro não conhece a Mim, que estou acima dos modos e sou inesgotável”.

      Para se conhecer Krishna, é preciso estar acima até mesmo de sattva, como Ele mesmo diz novamente no Bhagavad-gita, desta vez no verso 2.45:

      nistrai-guṇyo bhavārjuna

      “Torna-te transcendental aos três modos, ó Arjuna”.

      Brahma é uma entidade viva como eu e você, porém investida de poder pelo Senhor Supremo para o ofício que tem em virtude de ser uma alma de altíssima piedade (uma alma que por 100 vidas não cometeu pecados, explica o Brihad-Bhagavatamrita). Contudo, continua subordinada a Vishnu, que é de quem obtém seus poderes. A narração do surgimento de Brahma, que nasce de um lótus que brota do umbigo de Vishnu, deixa isso bem claro. Quando Brahma se viu nascido desse lótus, não sabia nem mesmo quem ele próprio era. Foi depois de meditar sobre o lótus que Vishnu lhe mostrou misericórdia e lhe esclareceu quem ele era e qual era sua missão naquele nascimento. (Quando Brahma nasce para criar o universo, já existiram várias criações antes, daí as almas no começo da criação, inclusive a alma que assume o posto de Brahma, já terem um passado.)

      Espero que as informações sejam úteis! 🙂

      Hare Krishna!

      9 de agosto de 2014 às 5:43 PM

      • Muito elucidativa sua resposta, porém eu pensava anteriormente que Brahma originou Vishnu e Shiva e o universo inteiro com seus seres. Ao reler agora e saber que Vishnu gerou Brahma de um lótus que nasceu do umbigo de Vishnu, e que Vishnu (Krishna) está acima de Brahma e Shiva, eu ainda quero saber a origem de Vishnu. Quem criou (gerou) Vishnu? O Brahman Absoluto? Penso que o Brahman Absoluto está acima de tudo e todos pois que é o Eterno, o Inacessível, Amor Puro, Luz Pura, Verdade Eterna, ou essa ideia minha não é muito correta diante das escrituras védicas? Agradeço antecipadamente sua paciência e a resposta! Hare Krishna! Namastê!

        9 de outubro de 2014 às 3:54 PM

      • Olá, Eva Maria! Muito obrigado por suas perguntas! 🙂

        Krishna diz que Ele é a origem do Brahman Absoluto em Bhagavad-gita 14.27, o qual a senhora pode ler aqui: http://vedabase.com/pt-br/bg/14/27

        Krishna é a origem de Vishnu, sobre o que se pode ler aqui: https://voltaaosupremo.com/artigos/artigos/quem-vem-primeiro-vishnu-ou-krishna/

        Na Brahma-samhita 5.1 se diz: Krishna é a origem de tudo (adih) e a causa última de todas as causas (sarva-karana-karanam) e não tem origem (anadih), isto é, Ele gera a Si mesmo eternamente ou além do tempo.

        Hare Krishna! 🙂

        9 de outubro de 2014 às 10:45 PM

      • Ok concordo plenamente uma alma que vive por 100 vidas e não cometeu pecados, trazendo para o ocidente e a própria emanação do criador e sua criatura. Ambos onde um elo os une de divindade. Apenas nomes modificam sendo Deus , Espírito Santo e Jesus. Mostrando ao mundo que nomes não importam sim o verdadeiro amor e sabedoria que Grandes Mestre deixaram e continuam a reencarnar na Terra concordo plenamente, com o uso excessivo do alho e acredito que algo que vem para nos orientar ajudar a humanidade com sabedoria. Sim do nosso pai maior e Criador universal. Namastê.

        5 de outubro de 2015 às 5:08 PM

    • Gio

      Eva, confesso que, apesar de não te conhecer, me senti conectada pelas tuas palavras sobre o caminho do meio, e um pouco decepcionada ao perceber que já não segues essa filosofia. Me senti representada no seu primeiro post. Continuo seguindo o caminho do meio, que considero mais são para mim. Namaste!

      16 de abril de 2015 às 11:24 PM

  15. christina

    Hare Krishna!!!

    Muito grata pela material!

    Eu deixei de comer alho e cebola antes de me tornar devota, pois me fazia mal. Eu não conseguia digeri-los bem – tinha a digestão muito desagradável… E agora, como devota, não os incluo na minha alimentação.

    Mas quando vou a algum restaurante e como somente um pouco dessa mistura no arroz passo sempre muito mal ao ponto de vomitar e ficar com muitas dores de estômago.

    As pessoas não entendem como os dois juntos podem causar tanto mal, e continuam no modo da ignorância.

    Por isso que eu prefiro comer em casa ou então nos restaurantes dos templos.

    Hare Krishna!

    17 de novembro de 2014 às 7:44 AM

  16. Miriam Tricellato

    Gostei muito da matéria e estou interessada em aprender cozinha vegana

    29 de janeiro de 2015 às 7:04 AM

  17. raraujo70

    Gratidão!!!

    25 de março de 2015 às 4:57 PM

  18. Eu sou devoto de Krishna e continuo comendo alho e cebola.

    14 de abril de 2015 às 5:32 PM

  19. Maria Teresa Lacorte

    Muito legal a resposta longa…!!! Vou tentar acompanhar o mestre maitre!

    15 de abril de 2015 às 5:10 PM

    • Regis Sette

      Bombas de hidrogenio a verdadeira misericordia do Senhor limparao todo mal dessa esfera.

      29 de junho de 2015 às 3:57 PM

  20. E o Gengibre?

    30 de junho de 2015 às 4:41 PM

  21. Anna

    Santa ignorância! Oferecer comida para santos…divindades…deuses….que loucura!

    30 de junho de 2015 às 11:16 PM

    • BBT

      Olá, Anna! Obrigado por não aceitar algo tão exótico e aparentemente patético. Talvez lendo mais sobre o assunto possa mudar de opinião ou amenizar a visão negativa. Este conteúdo é bastante rico, e tenta responder o que em geral torna a questão “loucura”, como “Por que alguém divino, ou o próprio Deus, precisaria comer, e ainda por cima coisas da Terra?”.

      Dê uma olhada! https://voltaaosupremo.com/artigos/artigos/como-comer-em-bhakti-yoga/

      1 de julho de 2015 às 9:44 AM

    • Anônimo

      verdade

      13 de fevereiro de 2017 às 10:51 AM

  22. lalita darshana

    Muito completo, me foi tirado da dieta aos 26 anos. E sinto dores e má digestão se consumir. Muito boa materia, gratidão!

    17 de setembro de 2015 às 8:46 PM

  23. Meus dois filhos menores ( 6 e 2) anos, são alérgicos ao alho. Para eles o alho fecha os brônquios, então quando eles consomem tenho que dar antialergico, poi, os dois ficam com a respiração pesada, parecendo asmático.

    26 de outubro de 2015 às 5:36 AM

  24. ar

    Não vejo sentido em se oferecer comida para entidades “evoluídas”, uma vez que o alimento é uma necessidade do nosso plano , adivinho das limitações da matéria.
    Soa como aquelas práticas de dar galinha morta pra entidades, etc..
    Os alimentos ditos negativos tem diversas finalidades medicinais.
    E vale lembrar que é mais vale aquilo que sai da boca do que aquilo que entra, não adianta se prender a diversas limitações, venerar estátuas, e não se transformar por dentro .

    4 de novembro de 2015 às 12:30 AM

    • BBT

      Olá! Dê uma lida neste artigo sobre oferecer alimentos a Krishna. Ele concorda com o que você disse, que Krishna não tem necessidade de alimentos, e explica porque se faz essa oferenda mesmo sem necessidade nutricional:

      https://voltaaosupremo.com/artigos/artigos/como-comer-em-bhakti-yoga/

      Sobre haver medicamentos ruins que servem bem como medicamentos, isso também é verdade.

      Seu último ponto, sobre o que sai da boca, é relevante. O Bhagavatam diz que quem adora as formas de Deus no templo, mas não vê Deus no coração dos outros é um devoto materialista (prakrita-bhakta). Ao mesmo tempo, é importante escolhermos o que entra por nossa boca, porque isso influi no que sai dela e o legado que deixamos para o mundo. Por exemplo, se consumimos álcool, que é um alimento que Krishna categoriza como no modo da ignorância, nossa fala não será muito boa, e se comemos carne, ampliamos o sofrimento no mundo. O alho e a cebola são mais sutis, mas Buddha, Krishna e outros mestres, como diz o artigo, alertaram sobre eles para quem tenha um interesse por sutilezas.

      Obrigado por seu comentário. Um abraço!

      5 de novembro de 2015 às 8:28 AM

    • Tulasi-vrinda

      Tudo pertence a Deus. Nós oferecemos alimento a Deus não por que Ele precisa, mas para desenvolver uma relação amorosa de troca com Deus. (Ele nos dá os grãos, nós preparamos e oferecemos com amor e devoção, e ele nos dá de volta o alimento com amor; é uma troca amorosa.) E, sim, concordo que devemos dar mais atenção ao que é mais importante, a raiz de todas as religiões, que é o amor divino, o amor ao próximo e a própria transformação, mas as orientações para nos ajudar no caminho estão aí; deixar de comer carne, por exemplo, me ajudou muito a desenvolver compaixão por todas as criaturas; mas são apenas orientações. A gente vai se esforçando por segui-las na medida em que conseguimos sem julgar aqueles que nao o fazem (afinal cada um sabe do seu processo).

      6 de outubro de 2016 às 8:18 PM

  25. vera

    Vou me empenhar em deixar ambos. Para chegar na plenitude.

    21 de dezembro de 2015 às 9:14 PM

  26. Tolice, o ser humano pode comer qualquer coisa e em geral o que faz mal é a falta ou o excesso.

    29 de janeiro de 2016 às 4:10 AM

  27. Samuel Mazia

    Respeito sua opção em não comer alho, mas não tem necessidade de torna o alho em vilão. não precisa justificar uma escolha sua, pela negatividade, apenas sim é não, abcs!

    28 de fevereiro de 2016 às 9:42 PM

  28. morri de rir!!! 8)

    Tem dias que como somente batata e cebola com azeite e sal, e me basta.
    Só em lembrar que foi menos um dia sem carne ou outra coisa, me deixa feliz.
    Talvez isso que sirva para espantar a paixão e a ignorância, a felicidade!
    mas vai saber…
    8)

    Agora…queria saber de onde veio essa idéia da cebola estar associada à paixão, Talvez dois amantes trocando o hálito fresco de uma cebola na cama, ou descancando sexys e sedutoras rodelas do vegetal enquanto copulam. è…vai saber…mundo estranho esse nosso.
    8)

    respeito plenamente a opinião fundamentada em fatos religiosos, é claro.
    8)
    mas, sem falta de respeito, é só a minha opinião.

    10 de abril de 2016 às 7:22 AM

  29. Anônimo

    Adoro alho e cebola. quando estou com com gripe ou alguma enfermidade respiratória, os dois alimentos combinados tem me ajudado muito. O alho me dá mais disposição para o dia a dia. não vejo malefício nenhum em consumir sem exageros.

    13 de abril de 2016 às 10:27 AM

    • eu tbm, cada caso é um caso, tem dias que todos ao meu redor estão gripados, com febre e cansados, eu tomo um alho amassado com mel e já fico protegida, claro que tudo com exageros faz mal em qualquer tempo. nem sabia dessas coisas, agora vou ficar em alerta…grata pelos comentários.

      12 de maio de 2016 às 9:52 PM

  30. José Luiz Viccini

    Só falou mal, né! Os benefícios não encontrou nenhum? É de se duvidar né! Uma raiz tão natural ser tão prejudicial. Nota-se que a questão é mais religiosa que relativa à saúde.

    17 de abril de 2016 às 6:48 AM

  31. Eliane Maria Vieira

    Desde que parei de comer animais, meu organismo passou a rejeitar as aliáceas. O cheiro é insuportável. Por razões energéticas e espiritualistas já havia sido recomendado parar com isso. Grata pela brilhante explicação. Vou compartilhar muuuito.

    17 de abril de 2016 às 12:19 PM

  32. Anônimo

    Maravilha adoreiiiiiiiiiiiiii…

    26 de abril de 2016 às 4:31 PM

  33. Pedro de Oliveira Neto

    O pecado não está no que entra na boca do Homem e sim no que sai.

    1 de maio de 2016 às 10:03 AM

  34. laerson

    A uma questão que passou por alto,é o fato de que os devotos de Krishna praticam celibato, a pessoas que são chamadas de sanyasis que renunciaram ao mundo material. E complicado para os celibatarios comer alimentos afrodisiacos, vai na contra mão.

    7 de maio de 2016 às 11:04 PM

  35. Pedro

    O planeta terra é uma esfera gigantesca, cheia de nichos ecológicos. Aquilo que é originário da Ásia, não existia na Europa, aquilo que é nativo da América, não existe em África. A globalização veio mudar tudo! Os nossos genes é que decidem o que estamos aptos a comer! Se não houvessem viagens intercontinentais não existiam maioria das doenças modernas. Não é por acaso que se diz que só devemos comer fruta da época, na sua época! Dizer que comer carne faz mal à saúde não faz muito sentido por exemplo num nicho como o dos inuits, praticamente só comem carne e são tão ou mais saudáveis que um vegetariano. Se calhar porque se desenvolveram assim, muito provavelmente são alérgicos a maioria dos alimentos que não são provenientes do seu nicho e que para outras etnias ou culturas são perfeitamente comuns! Se não querem comer alho ou cebola porque as vossas crenças assim o entendem, é uma escolha pessoal, mas tentar arranjar motivos para todos deixarem de consumir é outra história

    10 de maio de 2016 às 9:11 AM

  36. Erivany Luna Freire de Carvalho

    Muito bom!

    22 de maio de 2016 às 12:59 AM

  37. Anônimo

    Em um curso de medicina natural aprendi a não misturar alho e cebola em um mesmo posto de resto usa-los sempre separados e com moderacao

    4 de junho de 2016 às 9:38 AM

  38. Pingback: Tablet | ~~ Fiore Rouge ~~

  39. Caro Pedro, desculpe corrigi-lo, as alergias só surgem a coisas que o corpo conhece. Se você for para outro continente e outro clima aonde outras plantas o influenciam, se tinha alergia, esta pode desaparecer, pois desapareceu o alergeno. Consumir produtos exóticos ao organismo não dá alergia. Só com o tempo, o sistema imunitário aprende a reagir contra um determinado produto, e então, a cada exposição, irá reconhecer mais cedo e responder com cada vez mais violência.

    26 de junho de 2016 às 8:39 AM

  40. cida

    ainda bem q naõ sou indiana na minha familia amam alho e cebola muitos morreram com mais de 90 anos bastante lucidos ,tds amaveis e tranquilo,,td de bom adoroooooo

    6 de julho de 2016 às 11:30 PM

  41. Shiro Ogawa

    Em pleno século XXI… é caricato que haja ainda tanta gente a orientar a sua dieta por questões religiosas. Acho que se trata de mera ignorância… mas permanece o tabu de que a religiosidade não se discute. Por isso as guerras religiosas são as mais sanguinárias, pq se fundamentam na crença fanática e irracional… em que o outro é diabólico ou, na melhor das hipóteses, refém da nossa “tolerância”. As religiões precisam de rejuvenescer, de se adaptar aos novos conhecimentos. Há muito que se sabe que o sistema digestivo humano está aferido para uma alimentação omnívora, não se parecendo nada com o dos animais meramente vegetarianos ou carnívoros, entre outros. Persistir numa alimentação definida por antigos preceitos bíblicos (ou afins) não me parece nada uma atitude inteligente. Realço o ensinamento de um Mestre de há mais de 2000 anos, nazareno, que já na altura assegurou que a “impureza” existe mais em quem se alimenta do que no alimento… Na altura poucos o entenderam e ainda há quem não o entenda, o que é muito pior. A Paixão, a Bondade, o Desejo, etc… etc… estão muito para além dos alimentos!… Coitado de quem permite que os seus sentimentos (e actos) se configurem pelo que come…
    Gasshô

    3 de agosto de 2016 às 8:58 AM

  42. marcos

    ki nda mermao!!! olha so, tudo na vida em excesso faz mal. n adianta vc ser fanático, tem q ter um equilíbrio em tudo, tudo mesmo. e falando em deuses, entidades etc… eles deveriam ser alérgicos em vida a esses alimentos, então n os consumiam.

    como muito alho e cebola e n tenho nenhum desses sintomas expostos na matéria.

    para dizer a verdade, o único importuno, realmente é o odor que é característicos desses alimentos, está em sua natureza.

    teve um comentário em que uma pessoa diz q n vai deixar de comer o q gosta… que mesmo sendo uma boa devota ira ficar presa no mundo material se continuar comento etc

    só tenho uma coisa a dizer(q na verdade, sao varias hehe): viva como deve viver, segue teus instintos, acredita no teu coração. o mundo espiritual esta dentro de cada um d nós. tenha uma visão mais ampla do mundo. a verdade sempre é escondida de nós, observa a natureza e aprenda com ela. se por algum motivo segue alguma doutrina religiosa, tudo bem, mas n pode se deixar levar sem contestar apenas pq os fundamentos se encaixam com tua ideologia.

    como diz o Eduardo marinho, “observar e absorver”: basta essas atitudes para se viver d maneira mais clara e simples. o mundo material foi fabricado em nossas mentes e cada dia é mais enraizado nos nossos corações, fazendo nós desejar cada vez mais sem a menor necessidade, fazendo nos escravos de um sistema manipulador e tirano.

    OBSERVAR: tudo que esta em nossa volta e ABSORVER: o q realmente é necessário e importante para nossa vida, o resto é consequência.

    abraço e muita energia positiva a todos!

    30 de outubro de 2016 às 12:33 PM

  43. Anônimo

    How about some science?

    13 de novembro de 2016 às 5:17 PM

  44. Liberdade na vida!!!
    AMO ALHO , CEBOLA E NÃO VIVO SEM ÁLCOOL…
    Quem inventou a toxicidade desses elementos?!
    Que vida sem graça… Só erva-doce?
    Kkkkkkkkkkk

    18 de novembro de 2016 às 8:47 PM

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