Álbum de Mantras da ISKCON É Indicado ao Grammy

dia 15 (notícia - mantra) Álbum de Mantras da ISKCON É Indicado ao Grammy

Madhava Smullen

Os santos nomes de Krishna no maior prêmio de reconhecimento musical dos Estados Unidos.

ISKCON News, 15 de dezembro de 2015 “Bhakti Without Borders”, um álbum de mantras filantrópico, com artistas em sua maioria da segunda geração da ISKCON, foi indicado ao Grammy – o maior prêmio de reconhecimento musical dos Estados Unidos.

O álbum foi indicado na categoria Melhor Álbum New Age, junto de outros quatro artistas.

É apenas a terceira vez que um álbum de mantras é indicado. Os outros dois álbuns que receberam indicação no passado foram “Mondo Rama”, de Jai Uttal, em 2014, e “Live Ananda”, de Krishna Das, de 2013 (nenhum deles venceu).

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Capa do álbum.

Contudo, é a primeira vez que um álbum inteiramente na tradição gaudiya-vaishnava, trazendo apenas mantras tradicionais em sânscrito e bengali, recebe indicação. Músicas incluem “Radhe Jai Jai Madhava Dayite”, “Namo Maha Vadanyaya”, “Bhaja Govindam” e “Jagannathastakam”.

Também é a primeira vez que um devoto da ISKCON é indicado. Havi Das ganhou um Grammy Latino em 2010, mas o prêmio foi para um álbum venezuelano de folk, e os Grammys Latinos são premiações completamente separadas da versão estadunidense.

“Bhakti Without Borders” também é um projeto único porque 100% de seu lucro é destinado a ajudar meninas desprivilegiadas na terra natal de Krishna, Vrindavana, Índia.

“Eu não pude acreditar nisso quando acordei recebendo uma mensagem de texto com a informação de que eu havia sido indicado”, conta Madi Das, que teve a ideia do álbum e que canta nele com onze covocalistas devotas de Krishna. “Eu pensei que fosse alguma brincadeira. Tive que ir conferir pessoalmente”.

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Os cantores (no sentido da escrita): Carmella Gitanjali Baynie, Chaytanya, Acyuta Gopi, Nalina Kaufman, Jahnavi Harrison, Gaura Mani, Gaurangi, Tulsi Devi, Madi Das, Sudevi, Mallika Des Fours e Ananda-Amrita.

Madi e a maioria das cantoras que o acompanham – Gaurangi, Achyuta Gopi, Jahnavi Harrison, Gaura Mani, Chaytanya, Sudevi, Mallika, Ananda-Amrita, Nalina Kaufman e Tulsi Devi – cresceram cantando mantras nos templos da ISKCON com seus amigos da escola tradicional Hare Krishna. (A sétima artista, Carmella Gitanjali Baynie, é uma cantora destacada na comunidade mais ampla de canto de mantras)

Além disso, o selo citado nas listas de indicação no grammy.com e billboard.com é Kuli Mela, uma organização sem fins lucrativos que conecta a comunidade global da segunda geração de devotos de Krishna através da realização de eventos e apoio a projetos pertinentes.

“Tudo isso começou com uma campanha de arrecadação bem orgânica, e agora se tornou algo muito grande”, diz Madi. “Quero dizer, estamos na revista Billboard com Taylor Swift e Kendrick Lamar. Isso é louco”.

Madi é bastante enfático em dizer que o sucesso pertence à equipe, à família por trás do “Bhakti Without Borders”. Ele se sente “um pouco constrangido” em ser o único nome a constar oficialmente na indicação – ele tentou incluir todas as cantoras que o acompanham, mas foi tolhido pela regra do Grammy de que o artista indicado tem que aparecer em pelo menos 51% do álbum.

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Meninas de Vrindavana na escola Sandipani Muni, que se beneficiam com 100 por cento do lucro do “Bhakti Without Borders”.

Agora, é uma questão de esperar até o Grammy Awards em 15 de fevereiro de 2016 no Staples Center, em Los Angeles, para saber se o “Bhakti Without Borders” vencerá.

No entanto, Madi já se sente vencedor. “Obviamente, estamos longe de saber se ganharemos, mas ninguém poderá mudar que ‘Bhakti Without Borders’ agora é um álbum que recebeu indicação ao Grammy”, ele diz. “E o mais importante é que a indicação nos dará uma segunda fase nas vendas do álbum, cuja toda a renda se destina, é claro, à escola de meninas Sandipani Muni, em Vrindavana”.

Esse serviço é o que torna o álbum, e qualquer vitória ou indicação no Grammy, importantes para Madi.

“Você tem sempre que se lembrar de que você é simplesmente um amplificador da música divina que corre através de você”, ele diz. “E que você não é a fonte dessa beleza; você é apenas um servo”.

Até então, as vendas de “Bhakti Without Borders” arrecadaram o bastante para fornecer a 17 jovens moradoras de Vrindavana educação, comida, roupa, livros e cuidados médicos por um ano.

“Minha meta é arrecadar o mesmo valor que investimos no álbum, ou, com esperança, até mesmo ultrapassar isso”, diz Madi. “Então, por favor, comprem o álbum, deem-no aos seus amigos e, por favor, não façam cópias piratas. O álbum é uma dádiva que não apenas enriquece o ouvinte, mas também presta serviço às meninas de Vrindavana. Então, realmente encorajo todos a se juntarem à causa e nos ajudar a prestar este serviço tanto quanto possível”.

Para comprar “Bhakti Without Borders”, visite www.cdbaby.com/cd/kirtanshakti ou https://kirtanshakti.bandcamp.com/album/bhakti-without-borders.

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