Voluntária do Projeto Alimentos para a Vida e Refém do Estado Islâmico, Kayla Mueller, É Morta

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Depois de 18 meses mantida cativa por militantes do Estado Islâmico, a jovem de apenas 26 anos, descrita como muito prestativa e amável, morre na Síria.

9 de março de 2015 – A prestadora de serviços voluntários Kayla Mueller, de 26 anos, natural dos Estados Unidos, que fora mantida cativa por militantes do Estado Islâmico por 18 meses, teria sido morta em 6 de fevereiro, na Síria. Ela também era voluntária ativa nos projetos do Movimento Hare Krishna, com profundo interesse pela prática de bhakti-yoga.

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Kayla Mueller com uma das crianças carentes de Vrindavana.

Segundo as agências internacionais de notícias, a família da jovem recebeu um e-mail e uma fotografia no mês passado, enviados por seus sequestradores, o que teria permitido ao serviço estadunidense de inteligência determinar que ela fora morta, como explicaram oficiais dos Estados Unidos. As circunstâncias da morte de Kayla não estão claras. Presidente americano, Barack Obama, jurou encontrar os culpados. O Estado Islâmico alega que Mueller foi morta quando caças jordanianos bombardearam uma construção onde ela estava sendo mantida, fora de Raqqa, uma fortaleza na Síria do grupo militante islâmico.

Os oficiais da Jordânia e dos Estados Unidos expressaram dúvidas em relação ao relato do Estado Islâmico no tocante à morte dela.

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Kayla sentia imensa satisfação em ajudar crianças.

De acordo com um porta-voz da família, Kayla Mueller foi mantida refém do grupo terrorista por quase dois anos, tendo sido raptada em 4 de agosto de 2013 enquanto servia em uma missão humanitária na região. Ela retornava de uma instalação da organização Médicos sem Fronteiras no momento do sequestro.

Ela estava trabalhando especialmente com mulheres e crianças na região, prestando auxílio humanitário a refugiados políticos em decorrência do conflito sírio.

O Estado Islâmico exigira $6,6 milhões pela liberdade dela, mas os governos estadunidense e britânico recusam-se a pagar resgates por seus cidadãos.

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Kayla na escola Sandipani Muni, Vrindavana.

Depois de se formar em 2010, voluntariou-se para o projeto Alimentos para a Vida de Vrindavana por 6 meses. De acordo com a homenagem prestada a Kayla pelo Alimentos para a Vida em seu website oficial, “no começo, ela dava aulas de inglês, e as crianças do jardim de infância roubaram seu coração. Ela era muito simples e humilde. Ela amava as crianças, sem o ‘receio’ que muitos estrangeiros têm. Ela fez muitas amizades com os pais das crianças, costumava visitá-los nas favelas e até comia com eles. Depois de seu tempo aqui, voltou para os Estados Unidos para ganhar dinheiro e foi para Darfur, Sudão, para a guerra civil. Posteriormente, retornou mais uma vez aos Estados Unidos para conseguir mais dinheiro e, desta vez, foi para o Oriente Médio. […] Ela amava aquele povo. […] Voltamos nossas orações aos familiares e aos amigos dessa maravilhosa alma que fez uma diferença real na vida de muitos. Certamente ela rumou para uma vida melhor no reino espiritual”.

A família de Kayla Mueller tornou pública uma parte de uma carta que ela enviou a seu pai no dia de seu aniversário, em 2011: “Sempre buscarei por Deus. Algumas pessoas encontram Deus na igreja, algumas pessoas encontram Deus na natureza, algumas pessoas encontram Deus no amor – eu encontro Deus no sofrimento. Há algum tempo já conheço qual a obra da minha vida: usar minhas mãos como instrumentos para abrandar o sofrimento”.

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Uma resposta

  1. leticia

    Krishna a acolheu e com certeza seu destino será iluminado!

    17 de março de 2015 às 2:25 PM

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