“O que É Isso, Swamiji?”: A História do Primeiro Jagannatha da ISKCON

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Satsvarupa Dasa Gosvami

Um achado aparentemente simples em uma importadora revela-se, na verdade, um arranjo do próprio Senhor Supremo desejoso de Se manifestar no Ocidente e aceitar mesmo a adoração simples que os primeiros seguidores de Srila Prabhupada podiam oferecer.

Certo dia, Malati entrou apressadamente no apartamento do Swamiji, tirou um pequeno objeto de sua bolsa de compras e colocou-o sobre a escrivaninha para que o Swamiji o examinasse. “O que é isso, Swamiji?”. Bhaktivedanta Swami olhou para baixo e contemplou uma escultura de madeira de quase oito centímetros, com a cabeça chata, um rosto negro e sorridente, com grandes olhos redondos. A figura tinha braços atarracados e projetados para a frente e um simples tronco verde e amarelo, sem nenhum pé visível.

Imediatamente, o Swamiji juntou as palmas das mãos e curvou sua cabeça, mostrando respeitos à pequena figura. “Você trouxe o Senhor Jagannatha, o Senhor do Universo”, disse ele, sorrindo com um brilho nos olhos. “Ele é Krishna. Muito obrigado!”. O Swamiji estava radiante de alegria, enquanto Malati e os outros ficaram sentados, imaginando quão afortunados eram em ver o Swamiji tão satisfeito. Ele explicou que aquele era o Senhor Jagannatha, uma Deidade de Krishna adorada em toda a Índia há milhares de anos. Jagannatha, disse ele, é adorado juntamente com duas outras Deidades: Seu irmão, Balarama, e Sua irmã, Subhadra.

Emocionada, Malati confirmou que havia outras figuras semelhantes na Cost Plus, a importadora onde ela encontrara o pequeno Jagannatha, e o Swamiji disse que ela devia voltar lá e comprá-las. Malati contou tudo a seu esposo, Shyamasundara, e juntos eles voltaram apressadamente e compraram as outras duas esculturas do grupo.

Bhaktivedanta Swami colocou Jagannatha à direita, com Seu rosto negro e sorridente. No centro, colocou a figura menor, Subhadra, que tinha uma boca vermelha e sorridente e um tronco retangular negro e amarelo. A terceira figura, Balarama, com a cabeça branca e redonda, olhos margeados de vermelho e um leve sorriso, tinha os braços projetados para a frente como Jagannatha, e uma base azul e amarela. O Swamiji colocou-o ao lado de Subhadra. Enquanto olhava para eles juntos em sua escrivaninha, o Swamiji perguntou se alguém sabia como entalhar. Shyamasundara disse que esculpia em madeira, e o Swamiji pediu-lhe que esculpisse cópias dos pequenos Jagannatha, Balarama e Subhadra com aproximadamente um metro de altura.

Mais de dois mil anos atrás, contou-lhes Bhaktivedanta Swami, havia um rei chamado Indradyumna, um devoto do Senhor Krishna. Maharaja Indradyumna queria uma Deidade do Senhor tal como Ele aparecera quando Ele, Seu irmão e Sua irmã viajaram em quadrigas em direção ao campo sagrado de Kurukshetra durante um eclipse solar. Quando o rei pediu a um famoso artista dos planetas celestiais, Visvakarma, que esculpisse as formas, Visvakarma concordou – com a condição de que ninguém interrompesse seu trabalho. O rei esperou por um longo tempo, enquanto o escultor trabalhava a portas cerradas. No entanto, certo dia, o rei sentiu que não podia continuar esperando e forçou sua entrada no quarto para ver em que ponto o trabalho estava. Visvakarma, fiel à sua palavra, desapareceu, deixando para trás as formas incompletas das três Deidades. No entanto, o rei ficou tão satisfeito com as maravilhosas formas de Krishna, Balarama e Subhadra que decidiu adorá-las como estavam. Instalou-as num templo e começou a adoração com grande opulência.

Desde essa época, prosseguiu Bhaktivedanta Swami, o Senhor Jagannatha é adorado em toda a Índia, especialmente no estado de Orissa, onde há um grande templo do Senhor Jagannatha, em Puri. A cada ano, nessa cidade, durante o gigantesco festival de Ratha-yatra, milhões de peregrinos de toda a Índia vão adorar o Senhor Jagannatha, Balarama e Subhadra, enquanto as Deidades passeiam numa procissão em três grandes carros. O Senhor Chaitanya, que passou os últimos 18 anos de Sua vida nessa cidade de Jagannatha Puri, costumava dançar e cantar em êxtase perante a Deidade do Senhor Jagannatha durante o festival de Ratha-yatra, observado anualmente.

Vendo este aparecimento do Senhor Jagannatha em São Francisco como a vontade de Krishna, o Swamiji disse que eles deveriam ter o máximo cuidado para dar ao Senhor Jagannatha a devida recepção e adoração. Caso Shyamasundara pudesse entalhar as formas, o Swamiji disse que pessoalmente as instalaria no templo, e os devotos poderiam então começar a adorar as Deidades. Ele disse que São Francisco poderia passar a se chamar Nova Jagannatha Puri. Ele cantou: jagannatha svami nayana-patha-gami bhavatu me. “Este mantra é para o Senhor Jagannatha”, disse ele. Jagannatha quer dizer ‘Senhor do Universo’. ‘Ó Senhor do Universo, por favor, permite-me que eu Te veja’. É muito auspicioso que Ele tenha escolhido aparecer aqui”.

Shyamasundara comprou três grandes blocos de madeira de lei, e o Swamiji fez o esboço e apontou uma série de pormenores. Usando as pequenas estátuas, Shyamasundara calculou as proporções, as novas dimensões e começou a entalhar na sacada de seu apartamento. Nesse ínterim, os devotos compraram na Cost Plus os pequenos Jagannathas que ainda restavam, e tornou-se moda fixar um pequeno Jagannatha num colar simples e usá-lO em volta do pescoço. Como o Senhor Jagannatha era muito liberal e misericordioso para com os mais caídos, explicava o Swamiji, os devotos logo se capacitariam a adorá-lO em seu templo. A adoração às formas de Radha-Krishna no templo exigia padrões muito elevados e estritos, que os devotos ainda não eram capazes de seguir. Mas o Senhor Jagannatha era tão misericordioso que podia receber uma adoração simples, principalmente com o canto de Hare Krishna, mesmo que os devotos não fossem muito avançados. À medida que progrediam na vida espiritual, Swamiji apresentava-lhes mais e mais práticas detalhadas da adoração à Deidade, bem como o profundo entendimento teológico que a apoia.

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Srila Prabhupada cantando no Golden Gate Park, San Francisco, com a Deidade de Jagannatha ao seu lado, em fevereiro de 1967.

Na noite da instalação, os devotos e os visitantes hippies encheram toda a sala. O Swamiji estava presente, e o ambiente era reverencial e festivo. Foi um evento especial. As Deidades recém-acabadas se acomodavam no altar, e todos as contemplavam enquanto elas permaneciam sobre uma prateleira de sequoia debaixo de um dossel amarelo, com seus semblantes iluminados por refletores. As Deidades não usavam roupas nem ornamentos, mas tinham acabado de ser pintadas em negro, vermelho, branco, verde, amarelo e azul brilhantes. Elas sorriam. O Swamiji também as contemplava, erguendo os olhos em direção ao elevado altar.

Então, o Swamiji começou a instalação das Deidades. Tudo o que era necessário para a vida espiritual estava ali: o templo, os devotos, os livros, a Deidade, o prasada. Ele queria que esses jovens tirassem proveito daquilo. Por que deveriam permanecer vivendo como animais e pensar que a vida espiritual era como tatear “algo” vagamente? Deveriam aproveitar essa misericórdia de Krishna exitosos e felizes. E, para isso, o Swamiji era seu servo incansável.

“Então, Hayagriva, venha cá!”, disse o Swami. Ele pedira que os devotos pusessem uma grande vela sobre um prato. A cerimônia que ele planejara seria simples, com os devotos e convidados adiantando-se um por um e oferecendo a chama em círculos perante as Deidades. “Ela deve ser acesa”, disse o Swamiji, “e, quando começar o kirtana, alguém deve ficar fazendo esses círculos perante a Deidade. Entende?”. “Sim, sim”, respondeu Hayagriva. O Swamiji completou: “Sim, com o kirtana. Então, quando se cansar, a pessoa deve entregá-la a outrem, a um devoto. Quando estiver cansado, esse deve dar a outro – enquanto perdurar o kirtana. Deve-se fazer isso agora mesmo com o kirtana. Entende? Então, comece e, ao cansar-se, entregue a vela a outro. O sistema continuará dessa maneira”.

De seu assento, o Swamiji orientou Hayagriva em relação a como aproximar-se da Deidade com a vela acesa. Algumas das moças contiveram nervosamente o riso enquanto aguardavam. “Na frente da Deidade”, disse o Swamiji. “Está bom. Agora podem começar o kirtana. O Swamiji começou a tocar os karatalas e a cantar o mantra Hare Krishna usando a melodia que ganhara muita popularidade depois que ele a introduzira nos Estados Unidos. “Bem na frente”, bradou ele, gesticulando para que Hayagriva ficasse mais diretamente em frente às Deidades. Os devotos e os visitantes começaram a levantar-se e a dançar de braços erguidos, com os corpos gingando ritmicamente para frente e para trás, enquanto observavam as brilhantes formas pessoais das Deidades e cantavam. Dentro do dossel, luzes coloridas começaram a emitir intermitentes clarões azuis, vermelhos e amarelos, iluminando intensamente os extraordinários olhos do Senhor Jagannatha, de Subhadra e de Balarama. Mukunda, que instalara as luzes, sorria e olhava para o Swamiji, esperando sua aprovação. O Swamiji balançou a cabeça em sinal de aprovação e continuou impetuosamente a cantar Hare Krishna.

Os jovens hippies cantavam e dançavam com entusiasmo, sabendo que o kirtana costumava durar uma hora. Alguns assimilaram as palavras do Swami, que falara que era preciso fixar a mente na forma pessoal do Senhor Supremo, e entenderam quando ele erguera os olhos até as Deidades e dissera: “Aqui está Krishna”. Outros não tinham assimilado, mas achavam muito incrível e bem-aventurado cantar Hare Krishna e olhar para as sorridentes Deidades de grandes olhos, que, no altar, estavam cercadas de flores e da ondulante fumaça de incensos. Bhaktivedanta Swami sentia prazer em olhar as pessoas que se revezavam em oferecer a vela perante o Senhor Jagannatha. A Deidade estava sendo instalada com uma cerimônia simples. Embora nos grandes templos da Índia a instalação da Deidade obedecesse a um cerimonial solene e complexo, requerendo vários dias de rituais contínuos dirigidos por sacerdotes bem remunerados, em São Francisco não havia sacerdotes brahmanas para serem pagos, nem seria possível manter os outros diversos padrões.

Os brahmanas indianos conscientes de casta considerariam uma heresia o fato de não-hindus cuidarem do Senhor Jagannatha e se encarregarem de Sua adoração. À exceção do Swamiji, nenhuma das pessoas presentes sequer receberia permissão de entrar no templo em Jagannatha Puri. O “homem branco”, o “ocidental”, só tinha acesso a ver o Senhor Jagannatha uma vez por ano, quando Ele passeava em Seu carro durante o festival de Ratha-yatra. Mas essas restrições eram costumes sociais, e não preceitos das escrituras. Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati introduzira para qualquer pessoa, independentemente de casta, raça ou nacionalidade, a adoração às Deidades e a iniciação. E Bhaktivinoda Thakura, pai de Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati, ansiava pelo dia em que o povo do Ocidente se misturaria com seus irmãos indianos e cantariam Hare Krishna.

Bhaktivedanta Swami viera ao Ocidente com o propósito de satisfazer os desejos e a visão de seu mestre espiritual e de Bhaktivinoda Thakura, criando vaishnavas entre os ocidentais. Logo, para se tornarem verdadeiros devotos, estes deveriam ser agraciados com a adoração às Deidades. Caso contrário, seria mais difícil eles se purificarem. Bhaktivedanta Swami tinha confiança na orientação de seu mestre espiritual e nas escrituras. Tinha fé de que o Senhor Jagannatha era especialmente misericordioso com aqueles em maior dificuldade. Orava para que o Senhor do Universo não Se ofendesse com a recepção feita para Ele em Nova Jagannatha Puri.

Ao terminar o kirtana, o Swamiji pediu que Haridasa lhe trouxesse a vela. Passou suas mãos sobre a chama e depois as tocou em sua testa. “Sim”, disse ele, “mostre a todos – a toda e cada pessoa. Eles podem contribuir com quanto quiserem. É isso. Segure assim e mostre a todos”. Indicou que Haridasa deveria apresentar a vela a cada pessoa da sala para que todos os que estivessem ali presentes pudessem tocar com suas mãos a chama como ele mostrara e depois tocassem em suas testas. Enquanto Haridasa ia de pessoa a pessoa, alguns devotos colocaram algumas moedas no prato, e outros os imitaram. O Swamiji continuou explicando: “O Bhagavatam recomenda o método que consiste em ouvir, cantar, pensar e adorar. Esse processo que acabamos de introduzir por ocasião do advento de Jagannatha Svami significa que agora este templo está completamente estabelecido. Logo, este é o processo de adoração. Isto se chama arati. Assim, no final do kirtana, este arati continuará. E o processo consiste em tomar o calor da vela e contribuir com algo para a manutenção da adoração. Assim, caso sigam este procedimento simples, vocês acabarão compreendendo a Verdade Absoluta”.

“Quero lhes fazer outro pedido”, disse Srila Prabhupada. “Ao virem ao templo, todos os devotos tragam uma fruta ou uma flor. Se puderem trazer mais frutas e mais flores, será ótimo. De qualquer modo, não é muito dispendioso trazer uma fruta e uma flor e oferecê-las à Deidade. Portanto, peço-lhes que tragam isso quando vierem ao templo. Pode ser qualquer fruta. Isso não significa que é preciso trazer uma fruta muito cara. Qualquer fruta. O que você puder adquirir. Uma fruta e uma flor”. Ele fez uma pausa e passeou os olhos ao redor da sala: “Sim, agora podem distribuir prasada.

Os convidados se sentaram em fias no chão, e os devotos começaram a servir, oferecendo o primeiro prato ao Swamiji. As preparações eram aquelas que ele pessoalmente ensinara aos devotos em sua cozinha: samosas, halava, puris, arroz, vários legumes cozidos, molho picante de frutas, doces – todas as especialidades de domingo. Os visitantes adoraram o prasada e comeram tudo o que conseguiram colocar no prato. Enquanto os devotos, especialmente as mulheres habilidosas, não paravam de servir prasada, os visitantes se descontraíam, desfrutando de um banquete noturno e de conversas amigáveis. Após provar todas as preparações, o Swamiji levantou os olhos: “Excelentes. Todas as glórias aos cozinheiros!”.

A presença do Senhor Jagannatha rapidamente embelezou o templo. Os devotos faziam-Lhe guirlandas diariamente. Os quadros em que Jadurani pintara o Senhor Vishnu chegaram de Nova Iorque, e Govinda Dasi fizera um grande retrato do Swamiji, que agora estava pendurado ao lado de seu assento. Os devotos também colocaram nas paredes gravuras indianas de Krishna. As luzes cintilavam sobre o Senhor Jagannatha e faziam Seus olhos parecerem pulsar e Suas cores moverem-se em destaque, e Ele tornou-Se uma atração especial na vizinhança psicodélica do Haight-Ashbury.

Tal como o Swamiji solicitara, os devotos e convidados começaram a levar oferendas perante o altar do Senhor Jagannatha. Os hippies passavam por lá e deixavam tudo o que podiam: uma espiga de trigo, a metade de um pão, uma caixa de biscoitos salgados, um pedaço de chocolate ao leite, ou velas, flores e frutas. Ao ouvirem que antes de usar algo para si mesmo alguém deve primeiro oferecer a Deus, alguns hippies começaram a trazer suas roupas novas e, com orações, ofereciam tudo ao Senhor Jagannatha antes de usar. Esses hippies podiam não seguir as instruções do Senhor Jagannatha, mas queriam Suas bênçãos.

Toda noite, os devotos executavam a cerimonia de arati exatamente como o Swamiji lhes ensinara, revezando no oferecimento de uma vela perante o Senhor Jagannatha. Quando os devotos perguntaram se podiam acrescentar algo à cerimônia, o Swamiji disse que sim, que eles também podiam oferecer incenso. Disse que havia muitos outros pormenores na adoração à Deidade, bastante numerosos para manter os devotos ocupados 24 horas por dia; porém, se fosse contar-lhes tudo de uma vez, desmaiariam.

Falando privadamente em seu quarto a um de seus discípulos, o Swamiji disse que, durante o kirtana no templo, ele pensava no Senhor Chaitanya dançando perante Sri Jagannatha. Contou como o Senhor Chaitanya viajara até Puri e dançara diante da Deidade de Jagannatha em um êxtase tão grande que foi incapaz de dizer outra coisa além de “Jag… Jag…”. O Senhor Chaitanya estivera pensando: “Krishna, desde muito tempo tenho desejado ver-Te e, agora, finalmente Te vejo”. Quando o Senhor Chaitanya vivia em Puri, pelo menos 500 pessoas iam visitá-lO de uma só vez, e toda noite havia um grande kirtana com quatro grupos, cada um deles com quatro tocadores de mridangas e oito tocadores de karatalas. “Um grupo deste lado e outro do lado oposto”, explicava o Swamiji. “Um grupo atrás e um na frente, e Chaitanya Mahaprabhu no meio. Todos dançavam, e os quatro grupos cantavam ‘Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna…’. Isso acontecia toda noite pelo tempo em que Ele ficou em Jagannatha Puri.

Os devotos compreendiam que havia uma grande diferença entre eles e o Swamiji. Ele nunca fora um hippie. Não tinha nenhum envolvimento com as ilusões do LSD do Haight-Ashbury, dos pôsteres psicodélicos, dos músicos de rock, do linguajar hippie e das pessoas de rua. Sabiam que ele era diferente, embora às vezes se esquecessem disso. O Swami passava tanto tempo com eles todos os dias – comendo com eles, brincando com eles, dependendo deles. Mas, então, às vezes, lembravam-se de sua identidade especial. Quando cantavam com ele no templo perante o Senhor Jagannatha, ele, ao contrário deles, pensava nos kirtanas que o Senhor Chaitanya fazia perante a Deidade de Jagannatha em Puri. Ao ver Jagannatha, o Senhor Chaitanya via Krishna, e tamanho era o Seu amor por Krishna que Ele enlouquecera. O Swamiji pensava nessas coisas num grau muito além do que seus discípulos podiam entender. Todavia, permanecia com eles como seu querido amigo e instrutor espiritual. Era servo deles, ensinando-lhes a orar como ele, para serem capazes de servir a Krishna: “Ó Senhor do Universo, por favor, permite-me que eu Te veja!”.

Arte: Flávio Pará.

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Uma resposta

  1. Wando Azevedo

    Fiquei muito emocionado ao ler este artigo de Prabhupada, as deidades de SriJaganata, Sri Baladeva, Sri Subhadra e dos primeiros devotos no movimento de Sankirtana. Sinto que tenho uma dívida muito grande com Srila Prabhupada e todos estes mahatimas devotos nos primórdios da ISKCON. Jay Srila Prabhupada!!! Todas as glórias aos devotos reunidos!

    30 de junho de 2015 às 9:18 AM

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